quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Farofa de banana

Estou numa de cozinha brasileira, total!

Começamos a ter aula de gastronomia brasileira neste bimestre e estou empolgadíssima com os nossos ingredientes que sempre estiveram aqui, olhando para mim, mas levemente subvalorizados em alguns momentos. O problema é que uma das influências mais citadas nas aulas é a cozinha mineira. Gente, nada contra quem gosta, mas acho pesada demais. Tirando o fato que não como feijão e ponto, o restante dos pratos são gostosos, claro! Sou chegada num porquinho frito, couve e mais um monte de coisas que tem por lá, mas não sou feliz me alimentando com banha e mais banha. Nem é tanto pela questão de engordar, porque consigo ser gorda mesmo comendo direito, é que não gosto mesmo. Parece que fico uns dois dias com gosto de gordura na boca.

Mas o bom é que somos livres para gostar ou desgostar do que bem entendemos, não é?!

Pois bem, ainda nessa vibe resolvi me jogar numa farofa de banana. Tudo bem que não é um prato mega diferente, só que não tínhamos o costume de come-lo na casa dos meus pais e também nunca tinha preparado. Depois de uma olhadinha em alguns sites, saiu assim:


Esmigalhei uns 5cm de lingüiça mista (não tinha bacon) e levei no fogo baixo com um pouco de cebola bem picadinha. Fogo baixo para que a gordura da lingüiça saia e frite tanto a carne quanto a cebola. Assim, não precisei colocar mais óleo. Depois de tudo levemente dourado, acrescentei uma banana picadinha e o sal, deixei refogar de leve e adicionei a farinha de mandioca torrada. Só. Mais perto da hora de servir, reguei com um pouco de azeite, já fora do fogo.

Fez parte do almoço: arroz com lentilha, filé de panga assado, ovo mexido com um tequinho de tomate e queijo e salada de almeirão com palmito.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bolo de banana, coco e pecãs

Recebo no meu email as atualizações do La Cucinetta. Adoro o blog pelo bom gosto das receitas postadas. Quando veio esse bolo, fiquei bem interessada, porque a combinação de banana e coco ou banana e nozes ainda era inédita aqui em casa.


Bolo de banana, coco e pecãs

3 xic. farinha de trigo
1 colh. (chá) bicarbonato de sódio
3/4 colh. (chá) sal
3 ovos grandes, orgânicos
2 xic. açúcar orgânico
1 1/3 xic. óleo vegetal
2 colh. (sopa) extrato natural de baunilha
1 1/2 xic. bananas maduras amassadas (cerca de 3 nanicas)
1 xic. coco ralado
1 xic. pecãs, tostadas e picadas
1/2 xic. buttermilk (leite + uma colherinha de vinagre)

Unte com óleo em spray ou manteiga duas formas de bolo inglês e pré-aqueça o forno a 180ºC. Numa tigela, misture com um fouet a farinha, o bicarbonato e o sal. Em outra, misture os ovos, o óleo e o açúcar, até que fique homogêneo. Junte a farinha à mistura de ovos, misturando com a colher apenas até que não se vejam mais pontos de farinha. Acrescente a baunilha, a banana, o coco, as nozes e o buttermilk e misture apenas o bastante para que fique tudo bem combinado. Distribua nas formas, alisando com a espátula de necessário, e leve ao forno por 60-65 minutos, invertendo as formas no meio do tempo. Asse até que um palito inserido no centro dos bolos saia limpo. Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade por 10 minutos antes de desenformá-los. Remova das formas e deixe que esfriem completamente. Bem embalados, os bolos ficam em temperatura ambiente por 1 semana, ou congelados, por 3 meses.

Fiz meia receita. Rendeu um bolo muito aromatizado, de massa levemente densa graças à banana amassada e com o toque especial do coco ralado. Uma delícia que estou afim de repetir logo, logo.


sábado, 15 de janeiro de 2011

Tigelada da Beira

Sobremesa fácil é assim: 3 ingredientes batidos no liquidificador e pronto. Ou quase. Tem que levar ao forno.

Tigelada da Beira

3 ovos
375ml de leite
57g de açúcar
50g de ricota
Nozes
Uvas passas brancas

Bati tudo no liquidificador, menos as nozes e uvas passas, que aguardaram no fundo do refratário. Rendeu 3 porções que foram ao forno baixo por 30 minutos.

A receita original é da Risonha e a minha ficou dessa cor pois usei ovos caipiras e açúcar mascavo. É muito gostosa e lembra demais pudim de leite.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Parker House Rolls

Participo de um grupo de discussão sobre Máquinas de Fazer Pão. É excelente, pois além de trocar receitas, trocamos experiências. O Luiz Mendonça, colaborou com essa receita que diz ser do Hotel Parker House, em Boston. “Onde se faz pão a sério nos EUA”, afirma. Achei leve (apesar de levar um pouco mais de manteiga) e perfeito para o lanche.


A receita é a seguinte:

250ml leite
2 ovos médios
60g manteiga derretida (3 cs) + 2 cs manteiga derretida para pincelar a massa, se for fazer a moldagem manual
2 cs açúcar
2 cc sal
560g farinha branca
2 cc fermento biológico seco
Colocar na máquina de pão nessa ordem. Tira a massa da cuba para uma superfície enfarinhada, divide em dois. Estende cada uma das metades em uma placa de 20 x 40 cm, corta em 4 tiras de 5x40 cm e cada tira em 4 pedaços de 5x10cm. A idéia é: passa manteiga em um lado do retangulo de massa, dobra ao meio e põe na assadeira com anti-aderente ou normal untada e enfarinhada, vai superpondo levemente uma massa na outra pra formar uma "escadinha" de dobras.
Depois de tudo na assadeira, pincelar a superfície com manteiga, levar a forno pré-aquecido a 200C até ficar dourado.

Delícia!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Costelinhas assadas com mandioca cozida

Parte boa do Natal [uma das]: são consumidos vários produtos específicos. Assim que passam as festas, eles entram em promoção no supermercado. Foi assim que comprei um pacote de costelinhas suínas temperadas. Na verdade não gosto muito de comprar carne que já venha temperada. Mas abri uma exceção.

O pacote vem com 1k. Fracionei em duas partes, pois metade basta para o nosso almoço. Descongelei, espremi um limão por cima, só para reforçar o tempero e levei assar até dourar (uns 30min) no forno médio. Percebe-se que gostamos de carne suína bem coradinha, heheh

Para acompanhar, mandioca cozida. Tento fazer com outra guarnição, mas o sabor da mandioca combina muito com esse tipo de carne.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Filé de panga ao molho de gabiroba e purê de mandioca

Lembra do panga? Então. Ainda sobraram dois filés e resolvi usar um numa super invenção inspirada no molho de acerola das Rainhas que ficou lindíssima.


Filé de panga ao molho de gabiroba e purê de mandioca

Temperei um filé de 170g com sal, pimenta branca e limão. Deixei tomar gosto e grelhei sem um pingo de óleo.

Bati 100g e gabiroba com 150ml de água no liquidificador. Passei por uma peneira. Coloquei meia colher de manteiga na panela e suei uma colher de cebola picada. Acrescentei uma colher de açúcar e deixei caramelizar. Juntei a polpa e um pouco de sal. Deixei reduzir pela metade. Para finalizar, uma colher de creme de leite e passei pela peneira novamente.

Para o purê, usei 210g de mandioca cozida batida no processador com 50ml de leite. Depois foi só passar pela frigideira com uma colher de manteiga. Não precisei colocar sal porque a mandioca já estava salgada. Também esqueci da noz moscada, que não deve ser esquecida em hipótese alguma.


Achei o sabor do prato sensacional. Mesmo. Não pretendia usar o creme de leite, mas a gabiroba tem um picantezinho bem característico de frutos silvestres que é suavizado pelo creme de leite. Incrível. Saboroso. Brasileiro (a não ser pelo peixe vietnamita).

*orgulhosa*

Ah! Se não conhece a gabiroba, é só clicar aqui.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Pão de leite lindo

Ok. A beleza é subjetiva.

A máquina de fazer pão é uma das melhores invenções da face da terra. Pãozinho quente logo cedo e sem aquele monte de químicos é um privilégio. Mas, em compensação, o pão tem sempre a mesma carinha, o ponto de assado parecido... o que não chega a ser um problemão. Mas dá pra mudar.

Já postei minha receita coringa. Mas atualmente estou usando outra que é ainda mais coringa:


Pão de leite

280 ml de leite
70g de margarina
1,5 cc de sal
2 cs de açúcar
495g de farinha de trigo tipo
2 cc de fermento granulado

É só colocar tudo na cuba da máquina e bater. O leite pode ser substituído pelo líquido de sua preferência: iogurte, soro, suco, água. A farinha também pode ser parte de integral, centeio ou aveia.

Para fazer este lindinho da foto, retirei a massa depois do segundo “amassar” e coloquei para crescer numa forma untada e enfarinhada. Descansou dentro do forno desligado por 40 minutos e assou mais 40.

A receita é da Patanisca e a única modificação que fiz foi aumentar um pouquinho a margarina.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Arroz com lingüiça, batata doce salteada e salada de tomate com pepino

Sabe um almoço gostoso, mas daquele que dá vontade de comer só aquilo pelo resto da semana? Foi assim quando fiz esse arroz com lingüiça, batata doce salteada e salada de tomate com pepino. Simples, mas muito bom.


Para o arroz, refoguei cebola junto com a lingüiça que liberou gordura e já “se fritou”. Adicionei o arroz e cenoura em cubinhos, sal e um tantinho de páprica picante. No final, pouco de cebolinha.

As batatas doce foram cozidas al dente em caldo de galinha. Depois de resfriadas, levemente salpicadas com sal (senão o tempero fica fraco) e douradas em pouca manteiga.

A salada foi basicona.


Só para constar que AMO batata doce.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Pão de queijo

Redondos, saborosos, com olhinhos de queijo minas curado e parmesão.

O único problema é que peguei a receita da internet e não salvei.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Arroz integral

Segundo a prof de Técnica e Dietética, o arroz integral tem até mais calorias que o branco. Mas justamente por ser integral e ter muitas fibras, quando é metabolizado (essa palavra ficou feia), absorvemos 25% menos calorias.

Ok. Minha explicação nutricional não ficou aquelas coisas, mas deu pra entender, neh?!

O problema do arroz integral é o tempo de cozimento. Se for simplesmente fazer como o branco, leva uns 40 minutos e até mais. Tem gente que faz na pressão. Mas tenho um certo receio de perder o ponto e fazer purê de arroz. Então desenvolvi um método próprio e super complicado: colocar o arroz de molho. Aí você me pergunta como fazer algo tão difícil e eu explico: enquanto prepara o café da manhã, coloque o arroz numa travessa, cubra com o dobro ou até o triplo de água e deixe na geladeira. Na hora de preparar, escorra e faça normalmente. Eu gosto de refogar a cebola ou alho poro, adicionar os grãos com o sal, mexer de leve e aí colocar a água que é a mesma do molho. Pronto. O cozimento será muito próximo do outro arroz. Acho que levou só uns 5 minutos a mais.

Já cheguei a deixar de molho de um dia para o outro. Também dá certo. Neste caso a casquinha dele chega a abrir bem e o cozimento é ainda mais rápido, mas não me lembro direito o motivo de não gostar muito. Vou fazer assim novamente e digo o que aconteceu.