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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Costelinhas assadas com mandioca cozida

Parte boa do Natal [uma das]: são consumidos vários produtos específicos. Assim que passam as festas, eles entram em promoção no supermercado. Foi assim que comprei um pacote de costelinhas suínas temperadas. Na verdade não gosto muito de comprar carne que já venha temperada. Mas abri uma exceção.

O pacote vem com 1k. Fracionei em duas partes, pois metade basta para o nosso almoço. Descongelei, espremi um limão por cima, só para reforçar o tempero e levei assar até dourar (uns 30min) no forno médio. Percebe-se que gostamos de carne suína bem coradinha, heheh

Para acompanhar, mandioca cozida. Tento fazer com outra guarnição, mas o sabor da mandioca combina muito com esse tipo de carne.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Panga com crosta de nozes

Vamos dar um tempo de Natal, porque entre o dia 25 e o 31 existe uma semana bem normal [ou quase]. Ontem o almoço em casa foi peixe, o que é sempre um desafio, pois o marido ainda torce o nariz para algumas preparações que não tenham carne de frango ou vermelha. Ainda assim, tenho ouvido falar muito do peixe panga e fiquei com vontade de experimentar. Quando vi uma promoção no mercado, não tive dúvida.

O problema é que quase nunca cozinho peixe, daí rolou aquela insegurança básica. Mas nessas horas a gente pergunta para o amigo de todas as horas, o Google. Lembrei que uma vez vi um programa de culinária com um peixe com crosta de ervas. Mas e se essa crosta fosse feita de algum tipo de castanha? Hum... Ótimo. Mas assado ou grelhado? Ao grelhar, tinha medo de queimar a crosta, ao assar, deixar o peixe seco. Mas fui de assado sempre lembrando do mantra do meu professor de Habilidades Básicas de Gastronomia “controle de tempo e temperatura”. Tinha que dar certo. E deu =D

Panga com crosta de nozes

Peguei um filé de 400g (era grandão, deu para duas pessoas), temperei com sal e pimenta branca e deixei descansar. Enquanto isso bati no processador um punhado de nozes com duas fatias de pão (era integral, por isso ficaram algumas linhaças perdidas). Reguei o peixe com um pouco de azeite e fui colocando a farofinha às colheradas, apertando de leve. Ficou bem uniforme e não me preocupei em cobrir até as laterais.

Agora vem a parte do professor: assei por 5 minutos a 280º, 10 minutos a 230º e mais 15 a 180º. O motivo não sei se faz muito sentido, mas o que pensei foi o seguinte: o peixe ainda estava levemente congelado na parte mais grossa. Fiquei com medo de colocar apenas na temperatura baixa e ele soltar toda a água, virando um filé super seco. Ao mesmo tempo não dava para fazer tudo no máximo, pois a probabilidade de queimar seria grande. Só sei que assim deu certo: ele ficou super suculento, assado por igual (só a beiradinha bem fina ficou mais dourada).

Por fim, gostei do panga. Conheço bem pouco de peixes, mas a textura é em parecida com a merluza. O sabor é super suave, por isso deve ficar bom com outros tipos de preparações. A crosta deu um leve aroma e crocância, fora que ajuda a proteger do calor excessivo.

Foi servido com arroz branco com brócolis e farofinha (sim, muita farinha neste prato) de feijão caupi).

E que em 2011 tenhamos mais peixe na mesa!

Ah! Já ia me esquecendo. Para saber mais sobre o peixe, clique aqui.