sábado, 31 de outubro de 2009

Pudim de leite das Rainhas

Amanhã é dia de almoço para comemorar o aniversário da minha avó paterna. 80 e tantos aninhos... Como vem uma quantidade mais ou menos de gente, resolvi fazer um pudim para a sobremesa. É difícil achar quem não goste e rende...

Encontrei uma receita altamente recomendada no Rainhas do Lar:

Pudim de leite Jane Zanelati

2 latas de leite condensado
2 latas medidas de leite
1 caixinha de creme de leite
3 ovos
1 colher (sopa) cheia de amido de milho

Entonces... o troço rende pra caramba e se o seu copo de liquidificador não for muito grande, tem que bater em duas vezes, mesmo. Eu consegui colocar tudo de uma vez só. Bati por uns 2 minutos, coloquei numa forma caramelada e levei assar em banho Maria e em forno médio por (pasme!) 2 horas. Ok que a Faby tinha colocado 45 minutos, apenas, mas o meu forno não ajudou. Como acabei de tirar o dito cujo do forno, não consegui saber se vai ficar bom de fato. Só experimentei um pedacinho ali do lado e o sabor está legal. Agora se vai endurecer até amanhã, só o tempo dirá!! Depois volto pra contar.


Observação: consegui estragar a “calda de caramelo perfeita” também das Rainhas. Virou um troço de ruim e acabei derretendo 2 xícaras de açúcar cristal em fogo médio e caramelei a forma. Mais simples, mas pelo menos deu certo.

Ando meio azarada ultimamente...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Brioches com geléia

A receita é de uma apostila de receitas da Maizena:


Brioches com geléia

1 1/2 xícara de amido de milho
1 1/2 xícara de farinha
5 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de margarina
2 gemas
1/2 xícara de leite
geléia de fruta

Misture todos os ingredientes, menos a geléia. Faça bolinhas. Coloque em uma assadeira enfarinhada. Aperte o centro com o auxílio do cabo de uma colher de pau. Encha cada cavidade com a geléia e leve ao forno máximo até ficar suavemente dourada.


Ficaram bonitinhas, mas não morri de amores, porque ficaram fofinhas e bolachinha para mim tem que ser crocante. Como são de amido de milho, esperava que ficassem tipo sequilhos, que esfarelam na boca. Mas não foi esse o resultado. Para o meu gosto, não deu certo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Pão de goiabada

O pedido veio do trabalho: "quero experimentar aquele pão de goiabada". Ok. Vamos de receita do manual da MFP:


Pão de goiaba

1 1/3 copo de água com 3 ovos (colocar primeiramente os ovos no recipiente e completar com
água)
2 colheres (chá) de sal
2 colheres (sopa) leite em pó (opcional)
2 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) manteiga
4 copos de farinha de trigo
2 1/2 colheres (chá) de fermento seco
1 copo de goiabada (reservar)

Fiz metade da receita e ao invés de usar água + leite em pó. Usei o ciclo normal – 600g. O detalhe é que a receita pede para esperar a massa bater 5 minutos quando apitar para adicionar os ingredientes e juntar a goiabada. Fiz isso e o doce simplesmente sumiu. Dissolveu no meio da massa. Tive que retirar a massa e rechear tipo rocambole. Acabou que ficou com o dobro de goiabada e como a massa foi alterada, o pão ficou meio durinho. Penso que se a receita for feita da forma correta e o recheio colocado apenas manualmente, o resultado será bem melhor.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Bolo de ameixa fresca

Mais uma receita do “O grande livro de receitas” que comprei no mercado:

Bolo de ameixa fresca

3 ovos
4 ameixas bem maduras e firmes
6 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de conhaque
1 colher (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de açúcar cristal para polvilhar

Unte um refratário com margarina, acomode as ameixas cortadas com quatro (cortei em 8) e polvilhe com o açúcar cristal.


Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas e o açúcar e, sempre batendo, junte o conhaque, o fermento e a farinha de trigo. Incorpore as claras em neve. Despeje esta massa sobre as ameixas e leve ao forno em temperatura média, pré-aquecido, por cerca de 20 minutos ou até dourar.


Entonces... como a ameixa importada (aquela que tem a polpa bem roxa) estava mais de R$ 8 o quilo, optei pela nacional que custava a metade do preço e tem a polpa amarela. O pequeno detalhe é que mesmo maduras, essas ameixas estão MUITO azedas. Coloquei um pouco mais de açúcar sobre as frutas, mas não teve tipo. O bolo fica muito bom, mas recomendo tirar a pelinha da gema com a mão ou na peneira para diminuir o cheiro de ovo... Ah! E substituí parte da farinha por integral e parte do açúcar por mascavo.

domingo, 25 de outubro de 2009

Pernil assado

Estamos aumentando a variedade dos pratos aqui em casa. Me animei quando vi o pernil que a Tatiana fez no Panelaterapia. Gosto dessa carne, porque não tem tanta gordura (tirando aquela tirinha básica) e fica bem fibrosa. Fiz assim:

Peguei uma peça de uns 600g que foi a mais magra (por incrível que pareça) que consegui encontrar no mercado. Bati com dois copos de água no liquidificador: 2 dentes de alho pequenos, meia cebola, 1 colher (chá) de alecrim e outra de sálvia, três colheres (chá) de sal e algumas bolinhas de pimenta rosa. Deixei o pernil de molho nesse tempero durante toda a noite.


No dia seguinte, um pouco antes de assar, escorri o tempero e espremi 1 limão sobre a carne. Forno médio por aproximadamente 50 minutos com papel alumínio, escorri o caldo e mais um tanto em fogo alto sem o papel, para dourar (virando para ficar igual moreninho dos dois lados). Detalhe que antes de dourar, cortei a parte maior parte da gordura lateral, porque não tinha mais problema da carne ficar dura. Além do que, se deixo o courinho que ficou meio pururuca, o querido namo come tudinho e já estamos os dois com bastante reserva, se é que me entendem...

A parte que consegui estragar foi essa: ralei meia cebola e dourei em uma colher de margarina. Adicionei um pouco do caldo escorrido, uma colher (chá) de sal, mais uma de açúcar mascavo e duas colheres (chá) de farinha. Mexi e coloquei por cima do pernil depois de pronto.

Pequeno detalhe 1: a cebola ralada não fica bonita.
Pequeno detalhe 2: foi muita farinha e ficou parecendo uma papa muito, mas muito estranha.
Pequeno detalhe 3: por incrível que pareça, ainda assim ficou bom.


Servi com purê de batatas com mandioquinha (2 batatas e 2 mandioquinhas, porque acho que só de batata fica meio sonso) e salada de couve.

Recomendadíssimo!!

sábado, 24 de outubro de 2009

Torta de limão com massa de chocolate

Minha mãe faz uma torta de limão que é a mais simples que conheço e, também, uma das mais gostosas. Claro que a minha ainda não está no nível de perfeição dela, mas fiz algumas mudanças e o resultado foi bem bom:


Torta de limão com massa de chocolate

Massa (tirada do Café com Sobremesas):
1 ½ xícara de farinha
100g de margarina
¼ xícara de açúcar
2 gemas
3 colheres (sopa) de chocolate em pó

Coloquei tudo na cuba da MFP, selecionei o programa massa e esperei. Quando tinha formado uma bola bem homogênea, forrei o fundo e parte das laterais de uma forma (melhor fazer numa de fundo removível), furei com o garfo e levei assar em forno médio até ficar consistente. Como a massa fica bem escura, deu um pouco de trabalho para perceber quando estava pronta.

Recheio:
1 lata de leite condensado
2 ½ limões Taiti

Misturei tudo e coloquei sobre a massa já assada.

Cobertura:
3 claras
6 colheres (sopa) de açúcar cristal batido no liquidificador para virar refinado

Bati as claras em neve e adicionei o açúcar. Cortei a pontinha de um saco plástico (não tenho bico de confeiteito) – mas tem que ser um furo pequeno – e fiz pitanguinhas sobre o recheio. Depois foi só salpicar com as raspas de limão e levar novamente ao forno super quente para ficar levemente dourada.

Gostei da massa de chocolate. Dá um tchan à torta, já que o recheio é mais doce e o chocolate (não usei achocolatado), deixa o sabor um pouco mais sofisticado... sei lá. Só sei que ficou bom.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pão de canela e passas

Comprei um livro/revista de receitas no mercado bem interessante. Fazia tempo que não adquiria uma receita assim. Depois que descobri o foodsearch, acabei aposentando as consultas “físicas”. Mas vale a pena, porque sempre tem uma coisa nova. Se bem que dessa vez é uma receita meio tradicional. O que importa é que não deixou nada a desejar:


Pão de canela e passas

2 ovos inteiros
2 xícaras de leite
3 colheres (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de óleo
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (sobremesa) de canela em pó
400g de farinha de trigo
100g de farinha de centeio (usei trigo integral)
1 colher (sopa) de fermento biológico
200g de uvas passas

Na MFP: coloquei todos os ingredientes na cuba, menos as uvas, selecionei o ciclo normal 600g. Quando apitou, acrescentei as uvas. Depois que terminou de bater, procedi como sempre.

Tradicional (descrito no livro): Em uma cumbuca, misture todos os ingredientes e bata bastante, com uma colher de pai. Cubra com um pano seco e limpo e deixe crescer por 30 minutos. Em seguida, sove um pouco a massa e coloque-a em forma de pão. Cubra-a e deixe crescer novamente até dobrar o volume. Passado este tempo, leve para assar em forno pré-aquecido e em temperatura média de 20 a 30 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia seco. Deixe esfriar, desenforme e polvilhe açúcar de confeiteiro.

Fiz só meia receita (pra variar).

O resultado é um pão levemente denso e levemente doce. Achei que o sabor de canela poderia ficar muito forte, mas me enganei. É perfeito! Dá para comer tanto com geléias quanto com acompanhamentos salgados, como o patê de ricota do meu café da manhã.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Como não fazer um Pão Outback

Está em tudo que é blog. Uma galera já fez esse pão e comenta que é uma delícia e não sei o que mais. Nunca experimentei o original, mas fiquei bem curiosa e resolvi testar. Acabei escolhendo a do Pão de Máquina. Fiz metade da receita e coloquei as observações entre parênteses.


Pão Outback

1 1/4 xícara de água morna2 colheres manteiga (usei óleo de canola)
1/2 xícara mel
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de centeio (não tinha, então mesclei parte integral e parte branca)
2 colheres de cacau
3 colheres açúcar mascavo
1 colher de chá de sal1 colher de chá de fermento granulado
1 colher de sopa de glúten (não tinha e usei amido de milho)

Coloquei os ingredientes na cuba da MFP e selecionei o ciclo integral para pães de 600g. Quando apitou para adicionar os ingredientes, tirei a massa, coloquei em uma forma untada e enfarinhada e coloquei crescer no forno aquecido, como sempre faço para assar pães em forno convencional.

O resultado foi um pão que pareceu um tijolinho de tão duro. Ainda assim, cortei uma fatia para o café da manhã. Deu para perceber que é uma massa gostosa, mas que não deve ser feita pela metade. Sei lá se o problema foi só esse, mas consegui estragar uma receita bem famosa =D

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Bolinhos de iogurte e amora

Passando pela frutaria, me deparei com lindíssimas amoras daquelas graúdas. Nem todas estavam 100% maduras, então eram um pouco azedas, mas ainda assim muito gostosas. Levei um potinho para casa e pesquisando na blogosfera, acabei no Three Fat Ladies.


Bolinhos de iogurte e amora

200 g de farinha
100 g de açúcar cristal
2 colheres de chá de fermento
125 g de iogurte natural (usei buttermilk – leite + 1 colher de vinagre)
2 colheres de sopa de leite
Raspa de 1 laranja
50 g de margarina derretida
1 ovo
125 g de amoras

A preparação é a mais simples possível: misturei os ingredientes secos, depois a raspa de laranja, a margarina, o ovo batido, a buttermilk e o leite. Por fim, as amoras. Coloquei tudo em forminhas de papel. Rendeu 10 bolinhos lindos e bem gostosos. No dia seguinte estavam melhores ainda.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sessão comida de banguela: sopa de vegetais, costela e pimenta rosa

Quando tinha uns 11 anos, minha vizinha sofreu um acidente muito feio, ficou um tempão em coma e depois fiquei sabendo que para se alimentar, a mãe dela tinha que bater tudo no liquidificador para servir com canudinho. Lembro certinho do dia em que me falaram isso, porque fiquei muito assustada com a idéia de “bater comida no liquidificador”. Na época nem imaginava que um dia iria usar um aparelho odontológico (pela 2ª vez) e precisar fazer o mesmo, mas com o toquezinho de “glamour” porque batido não quer dizer mal feito, não é verdade?

Como esse tempo anda muito estranho e ontem estava meio friozinho, decidi fazer uma sopa quando cheguei do trabalho.


Sopa de vegetais, costela e pimenta rosa

Dourei dois dentes de alho pequenos e meia cebola pequena em um fio de óleo. Acrescentei mais ou menos ½ xícara de carne de costela assada (resto do final de semana) e refoguei. Em seguida coloquei ¾ de um tomate em cubos e mais um inhame, duas batatas inglesas, as folhas de um alho poro (deixei as do meio para o final, por serem mais molinhas) e uma cenoura média. Adicionei um pouco de água e deixei amolecer. Bati tudo no liquidificador por pouco tempo, só para quebrar um pouco as fibras da carne. Voltei pro fogo, coloquei mais um pouco de água (queria meio cremosa e não muito aguada), umas 10 bolinhas de pimenta rosa, sal a gosto e o restante do alho poro bem picadinhas. Deixei cozinhar mais um pouco e servi com queijo branco ralado.


Essa foi a primeira vez que utilizei os conselhos da minha consultora para assuntos ardidos, a Fernanda do Pimenta Calabresa. Pedi que me indicasse uma pimenta para usar no lugar da do reino, que não me faz muito bem. O conselho foi optar pela pimenta rosa que é super simpática e pouco ardida. Tanto que coloquei mais algumas bolinhas sobre o prato, também. Adorei! É um ardido diferente que também é meio refrescante. Difícil de explicar... mas agora entendi porque também a usam em combinações doces. Finalmente tenho uma pimenta para usar na cozinha! Obrigada, Fer!!! Agora só falta providenciar um moedor decente, mas já já dou um jeito nisso.