domingo, 11 de outubro de 2009
Almoço de domingo = lasanha
terça-feira, 14 de julho de 2009
Calzone de calabresa e abobrinha
Dentro dessa filosofia, resolvemos experimentar um calzone. Busquei várias receitas e, na verdade, queria uma que ficasse com a massa fofinha, pois valorizamos esse detalhe e massa não é só suporte, faz parte do prato! Acabei dando um pulo lá no Sabor Sonoro:
Calzone de calabresa e abobrinha
500 g de farinha de trigo
17 gramas de fermento biológico granulado
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de sobremesa de açúcar
1 ovo
100 ml de óleo
1/2 xícara de água
1/2 xícara de leite desnatado
2 dentes de alho médios
Para começar, fritei o alho no óleo até ficar bem dourado. Isso aprendi na massa da foccacia que veio no manual da MFP e dá um sabor especial à massa. Em seguida, Bati o conteúdo da frigideira com o sal, açúcar, ovo, leite e água no liquidificador. Coloquei tudo na cuba da máquina de fazer pão, adicionei a farinha e o fermento e deixei bater na opção massa. Quando faltava uns 20 minutos para terminar o programa, abrimos em duas formas: uma redonda e uma quadrada. Recheamos com calabresa pré desengordurada no microondas, tomate, queijo e abobrinha picadinha. Como só cabe um de cada vez no forno, o quadrado esperou a vez para assar e acabou crescendo muito mais que o outro, por conseqüência ficou mais gostoso e lindo. Mas ambos ficaram muito bons!
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Talharim com ricota, abobrinha e filé de linguado
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Nhoque de batata doce
para o nhoque:
1kg de batata doce
1 ovo
3 colheres de farinha de trigo ou até dar o ponto
Cozinhe a batata e deixe esfriar. Amasse com o garfo e acrescente o ovo inteiro. Aos poucos vá adicionando a farinha até dar ponto de enrolar.
para o molho:
3 colheres de nata
1 colher de azeite de oliva
1 pitada de sal
Coloque numa panela e mexa até dourar em fogo baixo.
O resultado foi ótimo. Fiz o mesmo molho da receita, mas achei ele meio gorduroso demais. Da próxima vez vou investir num sugo, mesmo.
Rendeu bastante bolinhas. Umas cinco porções, no total. Mesmo porque fica mais pesado e as porções são pequenas.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Amigo shitake
Para o molho, me inspirei aqui, pois queria dar uma mudada na receita de sempre. No lugar do brodo, usei um pouco de caldo de galinha. Gambiarra total, mas acho que isso foi o de menos. O cogumelo que deu todo o sabor. Para finalizar, um espaguete integral delicioso.
O Shitake possui efeitos muito importantes no combate ao colesterol e no controle do sistema imunológico, comprovados por estudos realizados principalmente no Japão e Alemanha.Na natureza, cresce sobre a madeira em decomposição. São muito saborosos e perfumados. Quando for adquirir o seu shitake, atente para os que possuem cor homogênea, sem sinais de umidade nem mofo, e prefira os que possuam a cor clara em suas lamelas (parte de baixo do chapéu do cogumelo). É aconselhável o seu consumo em no máximo uma semana (se for adquirido fresco) e conservado em geladeira. No cozimento, é preciso tomar cuidado para que ele não cozinhe muito, pois se corre o risco de se tornar rijo, além do shitake cozinhar muito rápido.
Originário do nordeste asiático, onde ocorre naturalmente em troncos de madeira de árvores em decomposição, o Lentinus edodes, ou Shitake, foi o primeiro cogumelo comestível a ser cultivado no mundo. Seu cultivo racional se iniciou há mais de 1.500 anos na China, quando Wu San Kwung, um catador de fungos silvestres, encontrou o que ele chamou de "cogumelos perfumados". Ele observou que eles cresciam em troncos caídos e notou que o micélio passava de uma árvore para outra quando elas estavam encostadas, fazendo nascerem novos cogumelos. Assim, levou diversas toras para sua casa e, juntando-as às que abateu, começou a cultivá-lo. Com o tempo, as técnicas foram sendo aperfeiçoadas e o cultivo se expandiu. Atualmente, na Ásia, principalmente na China e no Japão, o Shitake faz parte da alimentação do dia-a-dia.
Já no Brasil, o Shitake ocupa o 2º lugar no ranking dos cogumelos mais consumidos, atrás apenas do Champignon. Altamente protéico, o Shitake pode ser considerado a "carne vegetal". Com sabor exótico e refinado o Shitake vem, aos poucos, firmando-se no mercado brasileiro.
No Brasil, é muito utilizado na culinária asiática e seu consumo entre os brasileiros está crescendo. Além de saboroso, é um alimento nutritivo e saudável por se tratar de uma agricultura natural.
Momento rúcula

Para fazer este macarrão super ecológico, cozinhei a massa e misturei com meia lata de atum defumado com um toque de alho, ervilhas frescas e requeijão cremoso. Ficou bem bom. Só dava para diminuir um pouco a quantidade de ervilhas.