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domingo, 11 de outubro de 2009

Almoço de domingo = lasanha

Em casa, domingo sempre foi sinônimo de lasanha. Um porque é um prato relativamente fácil de ser preparado, outro porque meu irmão é louco por lasanha, tipo Garfield.

Mesmo com toda essa preferência, esta foi a primeira lasanha que fiz sozinha.

Lasanha bolonhesa

1 pacote de massa para lasanha
500g de carne moída de primeira
2 dentes de alho amassados
3/4 de uma cebola média ralada
2 tomates (eram longa vida e não ajudaram a dar cor)
1/2 xícara de proteína de soja texturizada ralada e escura
3 colheres de pimentão amarelo picadinho
2 colheres de salsinha picada
sal a gosto
1 colher (chá) de páprica
500g de mussarela ralada

Primeiro o molho: dourei o alho, a cebola e fritei a carne mexendo sempre para não empelotar. Quando estava quase sequinha, juntei a proteína de soja hidratada. Adicionei os tomates bem picadinhos, o sal, a páprica e o pimentão. Deixei apurar para o tomate desmanchar um pouquinho e, quando desliguei o fogo, coloquei a salsinha.

Para a montagem contei com a incrível participação do namorado que falou que queria créditos [ok, você foi fundamental!!!! =*].

Em uma panela com água fervente, um tantinho de sal e um fio de óleo, cozinhei as massas por 9 minutos. Daí foi só intercalar: molho, massa, molho, queijo, massa, molho, queijo, massa... até a capacidade do refratário que era pequeneninho. Como o molho ficou meio sequinho, entre uma camada e outra, demos uma regadinha (pequena) com água filtrada, porque a massa sempre seca um pouco mais no forno. Bem, tudo montado, foi hora de colocar no forno bem quente para o gratinar.

Nossa primeira lasanha ficou uma delícia! E ainda rendeu uma 20cm x 20cm, mais uma com 15cm de diâmetro e dois potes pequenos que congelei. Como é um prato prático e ia sobrar ingrediente, preferi montar outras e deixar resfriadas.

A opção pela proteína de soja foi para deixar um pouco mais saudável sem criar problema com os enjoados de plantão e deu certo, porque a quantidade era pequena, ficou impossível descobrir.

Para quem gosta, há a opção de colocar uma camada de presunto. Eu não como esse tipo de embutido, então deixei de fora.


Para acompanhar, suco feito com um punhado de acerolas bem lindas e maduras que encontrei no mercado, 2 laranjas e meia maçã. Tudo colocado na centrífuga (acho essa a melhor forma de aproveitar a acerola) e adicionado a um copo de água, 7 gotinhas de adoçante e gelo.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Calzone de calabresa e abobrinha

Estamos na fase de fazer tudo em casa. No jantar e no lanche da tarde, fiquei super orgulhosa de ver que tudo o que estava sobre a mesa tinha sido feito pelas nossas mãos. Só não ordenhamos a vaca, porque não dá muito certo criar uma vaca em apartamento, depois teria de desnatar o leite, fazer o requeijão... muito trabalho!

Dentro dessa filosofia, resolvemos experimentar um calzone. Busquei várias receitas e, na verdade, queria uma que ficasse com a massa fofinha, pois valorizamos esse detalhe e massa não é só suporte, faz parte do prato! Acabei dando um pulo lá no Sabor Sonoro:


Calzone de calabresa e abobrinha

500 g de farinha de trigo
17 gramas de fermento biológico granulado
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de sobremesa de açúcar
1 ovo
100 ml de óleo
1/2 xícara de água
1/2 xícara de leite desnatado
2 dentes de alho médios

Para começar, fritei o alho no óleo até ficar bem dourado. Isso aprendi na massa da foccacia que veio no manual da MFP e dá um sabor especial à massa. Em seguida, Bati o conteúdo da frigideira com o sal, açúcar, ovo, leite e água no liquidificador. Coloquei tudo na cuba da máquina de fazer pão, adicionei a farinha e o fermento e deixei bater na opção massa. Quando faltava uns 20 minutos para terminar o programa, abrimos em duas formas: uma redonda e uma quadrada. Recheamos com calabresa pré desengordurada no microondas, tomate, queijo e abobrinha picadinha. Como só cabe um de cada vez no forno, o quadrado esperou a vez para assar e acabou crescendo muito mais que o outro, por conseqüência ficou mais gostoso e lindo. Mas ambos ficaram muito bons!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Talharim com ricota, abobrinha e filé de linguado

Tentativa de um fim de semana saudável com direito a muito peixe. Vamos lá:


O talharim era caseiro mas comprado no supermercado. Cozinhei com um pouco de colorau (de péssima qualidade, diga-se de passagem) e sal. À parte refoguei uns pedaços finos de abrobrinha com alho e incorporei à massa cozida junto com umas 3 colheres de ricota amassada.
NUNCA na vida havia preparado peixe. Mas fiquei empolgada porque esses tempos experimentei um grelhado num restaurante que estava delicioso. Comprei filés congelados de linguado (não gosto de carne congelada assim porque não se sabe ao certo há quanto tempo está daquele jeito), temperei com shoyo e limão e grelhei numa frigideira com pouquíssimo óleo. Tirando o aroma por todo o apartamento, ficou muito bom.
Faltou salada, neh?! Mas já estava com tanta fome e o horário do almoço já havia passado há tempos, então o verde ficou por conta da querida abobrinha.
Obs.: o foco da foto está no lugar certo, é que o peixe despedaçou e ficou meio anti-estético.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Nhoque de batata doce

Pesquisei bastante antes de resolver fazer o nhoque de batata doce. Sempre ouvia comentários que era mais saboroso que o de batatinha. Daí encontrei uma receita de aparente procedência e resolvi investir.


para o nhoque:
1kg de batata doce
1 ovo
3 colheres de farinha de trigo ou até dar o ponto

Cozinhe a batata e deixe esfriar. Amasse com o garfo e acrescente o ovo inteiro. Aos poucos vá adicionando a farinha até dar ponto de enrolar.

para o molho:
3 colheres de nata
1 colher de azeite de oliva
1 pitada de sal

Coloque numa panela e mexa até dourar em fogo baixo.

O resultado foi ótimo. Fiz o mesmo molho da receita, mas achei ele meio gorduroso demais. Da próxima vez vou investir num sugo, mesmo.


Rendeu bastante bolinhas. Umas cinco porções, no total. Mesmo porque fica mais pesado e as porções são pequenas.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Amigo shitake

Quando vi aquela coisa toda engrunjida (??!!) dentro de um pacotinho no mercado e com aquele preço nada amigável, respirei fundo e decidi que deveria experimentar. Ainda bem que foi uma decisão acertada. A compra do meu primeiro shitake foi excelente! A minha primeira receita, então, foi uma delíiiiiiiiiicia. Fazia muitíssimo tempo que não fazia uma massa tão gostosa.

Para o molho, me inspirei
aqui, pois queria dar uma mudada na receita de sempre. No lugar do brodo, usei um pouco de caldo de galinha. Gambiarra total, mas acho que isso foi o de menos. O cogumelo que deu todo o sabor. Para finalizar, um espaguete integral delicioso.


Para saber mais sobre o nosso amigo shitake:

O Shitake possui efeitos muito importantes no combate ao colesterol e no controle do sistema imunológico, comprovados por estudos realizados principalmente no Japão e Alemanha.Na natureza, cresce sobre a madeira em decomposição. São muito saborosos e perfumados. Quando for adquirir o seu shitake, atente para os que possuem cor homogênea, sem sinais de umidade nem mofo, e prefira os que possuam a cor clara em suas lamelas (parte de baixo do chapéu do cogumelo). É aconselhável o seu consumo em no máximo uma semana (se for adquirido fresco) e conservado em geladeira. No cozimento, é preciso tomar cuidado para que ele não cozinhe muito, pois se corre o risco de se tornar rijo, além do shitake cozinhar muito rápido.

Originário do nordeste asiático, onde ocorre naturalmente em troncos de madeira de árvores em decomposição, o Lentinus edodes, ou Shitake, foi o primeiro cogumelo comestível a ser cultivado no mundo. Seu cultivo racional se iniciou há mais de 1.500 anos na China, quando Wu San Kwung, um catador de fungos silvestres, encontrou o que ele chamou de "cogumelos perfumados". Ele observou que eles cresciam em troncos caídos e notou que o micélio passava de uma árvore para outra quando elas estavam encostadas, fazendo nascerem novos cogumelos. Assim, levou diversas toras para sua casa e, juntando-as às que abateu, começou a cultivá-lo. Com o tempo, as técnicas foram sendo aperfeiçoadas e o cultivo se expandiu. Atualmente, na Ásia, principalmente na China e no Japão, o Shitake faz parte da alimentação do dia-a-dia.

Já no Brasil, o Shitake ocupa o 2º lugar no ranking dos cogumelos mais consumidos, atrás apenas do Champignon. Altamente protéico, o Shitake pode ser considerado a "carne vegetal". Com sabor exótico e refinado o Shitake vem, aos poucos, firmando-se no mercado brasileiro.

No Brasil, é muito utilizado na culinária asiática e seu consumo entre os brasileiros está crescendo. Além de saboroso, é um alimento nutritivo e saudável por se tratar de uma agricultura natural.

Momento rúcula

Rúcula é aquela história: ou você ama, ou odeia. Alguns querem distância porque é amarga ou, simplesmente, porque é verde. Eu gosto. Mas tem que ser daquelas bem novinhas. E aproveito tudo: com direito a talinhos e tudo mais. Mesmo porque, se usar só as folhas, não rende, neh?!


Para fazer este macarrão super ecológico, cozinhei a massa e misturei com meia lata de atum defumado com um toque de alho, ervilhas frescas e requeijão cremoso. Ficou bem bom. Só dava para diminuir um pouco a quantidade de ervilhas.