sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Sensacional de amendoim para um 2010 SEN-SA-CIO-NAL

Hola personas!
Depois de muito tempo, estamos de volta. Já explico o motivo da ausência no último mês e meio. Vamos primeiro à receita:

Fim/início de ano quer dizer família reunida, muita comilança para começar o ano rolando e possibilidade de fazer experiências. Foi nisso que apostei quando inventei minha primeira sobremesa. Na verdade é minha primeira receita com ares de invenção e não de gambiarra...


Em 20 potinhos, esmigalhei paçoquinha (daquelas quadradinha, que alguns lugares chamam de paçoca-creme. A verdade é que não tem tantos pedacinhos de amendoim como a rolha). Não precisou de muita coisa. Só o suficiente para forrar o fundo. Acho que usei umas 8 paçoquinhas esmigalhadas.

Para cobrir, derreti duas barras de 170g de chocolate ao leite e uma de chocolate meio amargo, para não ficar muito enjoativo. Derreti no microondas. 60 segundos e estava prontinho. Misturei com uma caixinha de creme de leite e distribuí igualmente entre os potinhos. Importante para não fazer meleca nesta hora: ao invés de despejar a ganache às colheradas, coloque o creme num saco plástico com um furinho na ponta. É menos meleca na sua cozinha.


O último creme foi feito com duas latas de leite condensado que passaram 1h30 na pressão, esfriaram totalmente (coloquei no freezer) e foram misturados a uma lata de creme de leite com soro. Acabei aproveitando uma colher de gelatina em pó sem sabor que estava dando sopa na geladeira, mas se não quiser usar, não tem stress. Foi só misturar tudo bem misturado (se quiser usar liquidificador, facilita) e cobrir os potinhos.

Para enfeitar, paçoquinhas esmigalhadas. E ficou linda! O sabor, excelente! Lembra um pouco o chocolate charge, devido à combinação: chocolate+doce de leite+amendoim. Não é nada light e se for colocar na ponta do lápis, não sai barata, mas super vale a pena para ir às nuvens um tiquinho.

Agora vamos às explicações para a ausência: além da correria de fim de ano, preparativos para deixar tudo em ordem antes das férias (só volto a trabalhar dia 28 de janeiro), temos que correr atrás das coisas do casamento. Pois é. Vamos nos casar. Em setembro de 2010. Por isso será um ano para lá de especial. Junto com essa decisão, um caminhão de outras: emagrecer (perdi 4 quilos e apesar da sobremesa, estou me controlando) já que álbum de casamento é para a vida inteira, pesquisar lembrancinhas e docinhos que resolvi fazer by myself, etc. Vai ser uma correria louca, mas vai ser uma adrenalina ótima!

Mais para frente conto mais detalhes.

Por agora o que tenho para desejar é um ano novo SEN-SA-CIO-NAL para todos!!!


domingo, 1 de novembro de 2009

Pudim de leite das Rainhas: o resultado

E não é que o pudim do post anterior deu certo?

Olha só que lindo:


Quando tirei do forno, ainda estava bem molinho, mas depois de passar a noite na geladeira, tomou consistência. Para garantir um resultado melhorzinho na hora de desenformar, deixei uns 5 minutos emcima de uma forma com água bem quente.


E a receita é grande mesmo. Tive que desenformar no prato do microondas, pois os não coube nos refratários de casa.



sábado, 31 de outubro de 2009

Pudim de leite das Rainhas

Amanhã é dia de almoço para comemorar o aniversário da minha avó paterna. 80 e tantos aninhos... Como vem uma quantidade mais ou menos de gente, resolvi fazer um pudim para a sobremesa. É difícil achar quem não goste e rende...

Encontrei uma receita altamente recomendada no Rainhas do Lar:

Pudim de leite Jane Zanelati

2 latas de leite condensado
2 latas medidas de leite
1 caixinha de creme de leite
3 ovos
1 colher (sopa) cheia de amido de milho

Entonces... o troço rende pra caramba e se o seu copo de liquidificador não for muito grande, tem que bater em duas vezes, mesmo. Eu consegui colocar tudo de uma vez só. Bati por uns 2 minutos, coloquei numa forma caramelada e levei assar em banho Maria e em forno médio por (pasme!) 2 horas. Ok que a Faby tinha colocado 45 minutos, apenas, mas o meu forno não ajudou. Como acabei de tirar o dito cujo do forno, não consegui saber se vai ficar bom de fato. Só experimentei um pedacinho ali do lado e o sabor está legal. Agora se vai endurecer até amanhã, só o tempo dirá!! Depois volto pra contar.


Observação: consegui estragar a “calda de caramelo perfeita” também das Rainhas. Virou um troço de ruim e acabei derretendo 2 xícaras de açúcar cristal em fogo médio e caramelei a forma. Mais simples, mas pelo menos deu certo.

Ando meio azarada ultimamente...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Brioches com geléia

A receita é de uma apostila de receitas da Maizena:


Brioches com geléia

1 1/2 xícara de amido de milho
1 1/2 xícara de farinha
5 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de margarina
2 gemas
1/2 xícara de leite
geléia de fruta

Misture todos os ingredientes, menos a geléia. Faça bolinhas. Coloque em uma assadeira enfarinhada. Aperte o centro com o auxílio do cabo de uma colher de pau. Encha cada cavidade com a geléia e leve ao forno máximo até ficar suavemente dourada.


Ficaram bonitinhas, mas não morri de amores, porque ficaram fofinhas e bolachinha para mim tem que ser crocante. Como são de amido de milho, esperava que ficassem tipo sequilhos, que esfarelam na boca. Mas não foi esse o resultado. Para o meu gosto, não deu certo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Pão de goiabada

O pedido veio do trabalho: "quero experimentar aquele pão de goiabada". Ok. Vamos de receita do manual da MFP:


Pão de goiaba

1 1/3 copo de água com 3 ovos (colocar primeiramente os ovos no recipiente e completar com
água)
2 colheres (chá) de sal
2 colheres (sopa) leite em pó (opcional)
2 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) manteiga
4 copos de farinha de trigo
2 1/2 colheres (chá) de fermento seco
1 copo de goiabada (reservar)

Fiz metade da receita e ao invés de usar água + leite em pó. Usei o ciclo normal – 600g. O detalhe é que a receita pede para esperar a massa bater 5 minutos quando apitar para adicionar os ingredientes e juntar a goiabada. Fiz isso e o doce simplesmente sumiu. Dissolveu no meio da massa. Tive que retirar a massa e rechear tipo rocambole. Acabou que ficou com o dobro de goiabada e como a massa foi alterada, o pão ficou meio durinho. Penso que se a receita for feita da forma correta e o recheio colocado apenas manualmente, o resultado será bem melhor.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Bolo de ameixa fresca

Mais uma receita do “O grande livro de receitas” que comprei no mercado:

Bolo de ameixa fresca

3 ovos
4 ameixas bem maduras e firmes
6 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de conhaque
1 colher (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de açúcar cristal para polvilhar

Unte um refratário com margarina, acomode as ameixas cortadas com quatro (cortei em 8) e polvilhe com o açúcar cristal.


Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas e o açúcar e, sempre batendo, junte o conhaque, o fermento e a farinha de trigo. Incorpore as claras em neve. Despeje esta massa sobre as ameixas e leve ao forno em temperatura média, pré-aquecido, por cerca de 20 minutos ou até dourar.


Entonces... como a ameixa importada (aquela que tem a polpa bem roxa) estava mais de R$ 8 o quilo, optei pela nacional que custava a metade do preço e tem a polpa amarela. O pequeno detalhe é que mesmo maduras, essas ameixas estão MUITO azedas. Coloquei um pouco mais de açúcar sobre as frutas, mas não teve tipo. O bolo fica muito bom, mas recomendo tirar a pelinha da gema com a mão ou na peneira para diminuir o cheiro de ovo... Ah! E substituí parte da farinha por integral e parte do açúcar por mascavo.

domingo, 25 de outubro de 2009

Pernil assado

Estamos aumentando a variedade dos pratos aqui em casa. Me animei quando vi o pernil que a Tatiana fez no Panelaterapia. Gosto dessa carne, porque não tem tanta gordura (tirando aquela tirinha básica) e fica bem fibrosa. Fiz assim:

Peguei uma peça de uns 600g que foi a mais magra (por incrível que pareça) que consegui encontrar no mercado. Bati com dois copos de água no liquidificador: 2 dentes de alho pequenos, meia cebola, 1 colher (chá) de alecrim e outra de sálvia, três colheres (chá) de sal e algumas bolinhas de pimenta rosa. Deixei o pernil de molho nesse tempero durante toda a noite.


No dia seguinte, um pouco antes de assar, escorri o tempero e espremi 1 limão sobre a carne. Forno médio por aproximadamente 50 minutos com papel alumínio, escorri o caldo e mais um tanto em fogo alto sem o papel, para dourar (virando para ficar igual moreninho dos dois lados). Detalhe que antes de dourar, cortei a parte maior parte da gordura lateral, porque não tinha mais problema da carne ficar dura. Além do que, se deixo o courinho que ficou meio pururuca, o querido namo come tudinho e já estamos os dois com bastante reserva, se é que me entendem...

A parte que consegui estragar foi essa: ralei meia cebola e dourei em uma colher de margarina. Adicionei um pouco do caldo escorrido, uma colher (chá) de sal, mais uma de açúcar mascavo e duas colheres (chá) de farinha. Mexi e coloquei por cima do pernil depois de pronto.

Pequeno detalhe 1: a cebola ralada não fica bonita.
Pequeno detalhe 2: foi muita farinha e ficou parecendo uma papa muito, mas muito estranha.
Pequeno detalhe 3: por incrível que pareça, ainda assim ficou bom.


Servi com purê de batatas com mandioquinha (2 batatas e 2 mandioquinhas, porque acho que só de batata fica meio sonso) e salada de couve.

Recomendadíssimo!!

sábado, 24 de outubro de 2009

Torta de limão com massa de chocolate

Minha mãe faz uma torta de limão que é a mais simples que conheço e, também, uma das mais gostosas. Claro que a minha ainda não está no nível de perfeição dela, mas fiz algumas mudanças e o resultado foi bem bom:


Torta de limão com massa de chocolate

Massa (tirada do Café com Sobremesas):
1 ½ xícara de farinha
100g de margarina
¼ xícara de açúcar
2 gemas
3 colheres (sopa) de chocolate em pó

Coloquei tudo na cuba da MFP, selecionei o programa massa e esperei. Quando tinha formado uma bola bem homogênea, forrei o fundo e parte das laterais de uma forma (melhor fazer numa de fundo removível), furei com o garfo e levei assar em forno médio até ficar consistente. Como a massa fica bem escura, deu um pouco de trabalho para perceber quando estava pronta.

Recheio:
1 lata de leite condensado
2 ½ limões Taiti

Misturei tudo e coloquei sobre a massa já assada.

Cobertura:
3 claras
6 colheres (sopa) de açúcar cristal batido no liquidificador para virar refinado

Bati as claras em neve e adicionei o açúcar. Cortei a pontinha de um saco plástico (não tenho bico de confeiteito) – mas tem que ser um furo pequeno – e fiz pitanguinhas sobre o recheio. Depois foi só salpicar com as raspas de limão e levar novamente ao forno super quente para ficar levemente dourada.

Gostei da massa de chocolate. Dá um tchan à torta, já que o recheio é mais doce e o chocolate (não usei achocolatado), deixa o sabor um pouco mais sofisticado... sei lá. Só sei que ficou bom.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pão de canela e passas

Comprei um livro/revista de receitas no mercado bem interessante. Fazia tempo que não adquiria uma receita assim. Depois que descobri o foodsearch, acabei aposentando as consultas “físicas”. Mas vale a pena, porque sempre tem uma coisa nova. Se bem que dessa vez é uma receita meio tradicional. O que importa é que não deixou nada a desejar:


Pão de canela e passas

2 ovos inteiros
2 xícaras de leite
3 colheres (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de óleo
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (sobremesa) de canela em pó
400g de farinha de trigo
100g de farinha de centeio (usei trigo integral)
1 colher (sopa) de fermento biológico
200g de uvas passas

Na MFP: coloquei todos os ingredientes na cuba, menos as uvas, selecionei o ciclo normal 600g. Quando apitou, acrescentei as uvas. Depois que terminou de bater, procedi como sempre.

Tradicional (descrito no livro): Em uma cumbuca, misture todos os ingredientes e bata bastante, com uma colher de pai. Cubra com um pano seco e limpo e deixe crescer por 30 minutos. Em seguida, sove um pouco a massa e coloque-a em forma de pão. Cubra-a e deixe crescer novamente até dobrar o volume. Passado este tempo, leve para assar em forno pré-aquecido e em temperatura média de 20 a 30 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia seco. Deixe esfriar, desenforme e polvilhe açúcar de confeiteiro.

Fiz só meia receita (pra variar).

O resultado é um pão levemente denso e levemente doce. Achei que o sabor de canela poderia ficar muito forte, mas me enganei. É perfeito! Dá para comer tanto com geléias quanto com acompanhamentos salgados, como o patê de ricota do meu café da manhã.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Como não fazer um Pão Outback

Está em tudo que é blog. Uma galera já fez esse pão e comenta que é uma delícia e não sei o que mais. Nunca experimentei o original, mas fiquei bem curiosa e resolvi testar. Acabei escolhendo a do Pão de Máquina. Fiz metade da receita e coloquei as observações entre parênteses.


Pão Outback

1 1/4 xícara de água morna2 colheres manteiga (usei óleo de canola)
1/2 xícara mel
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de centeio (não tinha, então mesclei parte integral e parte branca)
2 colheres de cacau
3 colheres açúcar mascavo
1 colher de chá de sal1 colher de chá de fermento granulado
1 colher de sopa de glúten (não tinha e usei amido de milho)

Coloquei os ingredientes na cuba da MFP e selecionei o ciclo integral para pães de 600g. Quando apitou para adicionar os ingredientes, tirei a massa, coloquei em uma forma untada e enfarinhada e coloquei crescer no forno aquecido, como sempre faço para assar pães em forno convencional.

O resultado foi um pão que pareceu um tijolinho de tão duro. Ainda assim, cortei uma fatia para o café da manhã. Deu para perceber que é uma massa gostosa, mas que não deve ser feita pela metade. Sei lá se o problema foi só esse, mas consegui estragar uma receita bem famosa =D