Pão queimado, pão na chapa, pão na frigideira, seja ela de ferro ou teflon... para aproveitar o pão que já não está mais tão fofinho e deixar o café com gosto de quando a mãe preparava o lanchinho...
domingo, 14 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Lagarto cozido com leite e mandioquinha
Receita das Rainhas! Só mesmo elas para me deixarem com vontade de cozinhar carne. Não que seja vegetariana, mas não gosto de ir em açougue, mexer com carne, colocar a mão em carne, provar tempero, nada disso. Mas fiquei tentada por esta receita, já que o cozimento é feito em leite e leva mandioquinha salsa, que adoro!

Vou copiar o modo de fazer direto das Rainhas, ok?!
"A peça de lagarto eu temperei com sal e pimenta moídos na hora; numa de suas faces, fiz um corte em cruz e enxertei fatias de bacon, cubos de cenoura e folhas de manjericão fresco; fechei com 2 palitos bem disfarçadinhos e reservei.
Na panela de pressão, 1 dente de alho picadinho, cubos grandes de cebola roxa e pimentões, e 1 lata de tomates pelados, refogados em azeite de oliva honesto; depois juntei a peça, envolvi bem no molho, cobri tudo com leite integral e levei a cozinhar na pressão por algo em torno de 20 minutos depois que a panela pegou pressão (quando começa a apitar); foi quando tirei a pressão, abri a panela, somei cubos de mandioquinha e deixei cozinhar de novo na pressão por mais uns 10 minutos. Por fim, tirei a pressão mais uma vez, somei um punhado enorme de cheiro verde e servi pelando."
Resultado: realmente a natinha é a melhor parte. Junto com a mandioquinha que ficou com um super tempero. Já a carne, não sei se deixei cozinhando pouco tempo, mas sinto que poderia ter ficado um pouco mais molinha... acho que acabei criando uma expectativa muito grande que aliada à minha falta de experiência nesse tipo de preparo, não deixou o prato 100%. Mas se carnes forem o seu forte, se joga, porque vale a pena!!
As mandioquinhas que sobraram viraram pão =)
quinta-feira, 11 de março de 2010
Bolo de limão rosa
Vejo muitas receitas utilizando limão siciliano. Acho uma fruta muito bonita, mas quando consegui encontrar para comprar, o sabor não me conquistou. Acredito que o limão que mais goste seja, mesmo, o rosa. Ele é menos ácido que o taiti, por exemplo. Se for para fazer recheio de torta de limão que não leve gelatina, o rosa não é suficiente para endurecer o creme, mas ainda assim, nas demais preparações, fica muito bom.
Como alguns foram doados de algum pomar e deixados na fruteira, tratei de encontrar um bolo à altura. Busquei no Chucrute com Salsicha.
Bolo de limão rosa
2 ovos
1/2 xícara [113gr] de margarina
1 xícara de açúcar
3/4 xícara de leite
1 3/4 xícara de farinha de trigo
1 colher de sopa de raspas de limão
1 1/4 colher de chá de fermento em pó
A receita original levava lavanda. Como não tinha, cheguei a ferver o leite usado na receita com algumas sementes de cardamomo, mas não deu a mínima diferença e sabor. Então podemos desconsiderar este fato.
Já o modo de fazer, usei o tradicional: bati as claras em neve. À parte, bati as gemas, margarina e açúcar [cristal] até virar um creme esbranquiçado e fui adicionando o restante dos ingredientes. No final, incorporei as claras em neve e levei assar.
O bolo ficou muito bom. Leve ácido e sabor do limão e fez o maior suceso no café da tarde.
O que achei interessante é que a Fernanda, do Chucrute com Salsicha sempre fala que gosta mais de bolos de massa densa e talz. Imagino que este seja bem do jeito que ela gosta. Para mim, deveria ter ficado pouca coisa mais fofinho, mas ainda assim foi uma delícia!
quarta-feira, 10 de março de 2010
Bacalhau tradicional
Apesar de gostarmos muito, nunca havíamos comprado bacalhau "de verdade" (entenda: Do Porto) na casa dos meus pais. Geralmente consumo esse peixe na casa da minha sogra, que faz preparações muito boas.
Durante minhas férias, num passeio pelo supermercado [porque aproveitei o tempo um pouco maior para tentar convencer minha mãe a explorar marcas e produtos diferentes] acabamos encontrando uma posta linda. Foi um verdadeiro investimento ($), mas valeu a pena.
Próximo passo: o que fazer? Já que o bacalhau é do bom, decidimos fazer de uma forma mais tradicional, para sentirmos bem o sabor de todos os ingredientes e, principalmente o peixe.
Não tem medidas: dois dias antes, deixamos as postas de molho em água na geladeira. A cada 4 horas, mais ou menos, trocávamos a água. Depois foram aferventadas e separamos as lascas (nessa hora parece que junta uma cola na mão). À parte, cozinhamos algumas batatas. Descascamos e cortamos em fatias de 0,5 a 1cm. Com antecedência, já havia cortado pimentões e tomates em rodelas e deixado numa assadeira com um fio de azeite e em forno baixo para dar uma secada, pois queria um sabor mais concentrado e menos água na preparação final.
Com todos os ingredientes meio prontos, foi só montar: fio de azeite no refratário, camada de batatas, camada de bacalhau, camada de tomates, pimentões e azeitonas pretas, batatas, bacalhau... e assim por diante. Por fim, mais um fio de azeite e forno mais para aquecer do que para cozinhar alguma coisa.
Foi servido num almoço de família de domingo. Apesar de tantas outras opções, acabei comendo só bacalhau, porque ele ficou perfeito. Com uma boa salada de folhas não precisa de mais nada!!
terça-feira, 9 de março de 2010
Pão de arroz
É feio prometer e não cumprir, por isso se falei que em 2010, este blog continuaria com receitas, ele vai ter, sim, muitas receitas! Estou com vários experimentos que foram feitos nas férias para dividir com vocês, então mãos à obra!
Para começar, infelizmente não fiz foto, mas essa receita é incrível. O pão fica super suave, fofinho e o melhor de tudo é ter uma alternativa para aquele restinho de arroz que fica no canto da geladeira. A receita vem lá do Pão de Máquina.
Pão de arroz
1 1/2 colheres de chá de sal
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de sopa de margarina
3/4 xícara de arroz cozido
3/4 xícara de leite
1 ovo grande
1 colher de chá de suco de limão
2 colheres de chá de fermento granulado
3 xícaras de farinha de trigo
Bati tudo menos a farinha e o fermento no liquidificador. Deixe bater bem "dissolver" o arroz. Daí foi só colocar na cuba da MFP com o restante dos ingredientes e selecionar o programa Normal ou Sanduíche.
Para quem não tem máquina de fazer pão, é só misturar misturar manualmente depois de liquidificar.
Super aprovado!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Aluna e futura tecnóloga em gastronomia
Hoje começaram as aulas.
Tecnologia em gastronomia, no centro universitário que fica há menos de 1km de casa. Não tinha mais motivos para negar a vontade que me consumia há anos.
Agora sim este blog vai ficar interessante... Mas por enquanto, só tivemos apresentações e teoria. Um dia chega a hora da prática!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Sensacional de amendoim para um 2010 SEN-SA-CIO-NAL
Hola personas!
Depois de muito tempo, estamos de volta. Já explico o motivo da ausência no último mês e meio. Vamos primeiro à receita:
Fim/início de ano quer dizer família reunida, muita comilança para começar o ano rolando e possibilidade de fazer experiências. Foi nisso que apostei quando inventei minha primeira sobremesa. Na verdade é minha primeira receita com ares de invenção e não de gambiarra...

Em 20 potinhos, esmigalhei paçoquinha (daquelas quadradinha, que alguns lugares chamam de paçoca-creme. A verdade é que não tem tantos pedacinhos de amendoim como a rolha). Não precisou de muita coisa. Só o suficiente para forrar o fundo. Acho que usei umas 8 paçoquinhas esmigalhadas.
Para cobrir, derreti duas barras de 170g de chocolate ao leite e uma de chocolate meio amargo, para não ficar muito enjoativo. Derreti no microondas. 60 segundos e estava prontinho. Misturei com uma caixinha de creme de leite e distribuí igualmente entre os potinhos. Importante para não fazer meleca nesta hora: ao invés de despejar a ganache às colheradas, coloque o creme num saco plástico com um furinho na ponta. É menos meleca na sua cozinha.

O último creme foi feito com duas latas de leite condensado que passaram 1h30 na pressão, esfriaram totalmente (coloquei no freezer) e foram misturados a uma lata de creme de leite com soro. Acabei aproveitando uma colher de gelatina em pó sem sabor que estava dando sopa na geladeira, mas se não quiser usar, não tem stress. Foi só misturar tudo bem misturado (se quiser usar liquidificador, facilita) e cobrir os potinhos.
Para enfeitar, paçoquinhas esmigalhadas. E ficou linda! O sabor, excelente! Lembra um pouco o chocolate charge, devido à combinação: chocolate+doce de leite+amendoim. Não é nada light e se for colocar na ponta do lápis, não sai barata, mas super vale a pena para ir às nuvens um tiquinho.
Agora vamos às explicações para a ausência: além da correria de fim de ano, preparativos para deixar tudo em ordem antes das férias (só volto a trabalhar dia 28 de janeiro), temos que correr atrás das coisas do casamento. Pois é. Vamos nos casar. Em setembro de 2010. Por isso será um ano para lá de especial. Junto com essa decisão, um caminhão de outras: emagrecer (perdi 4 quilos e apesar da sobremesa, estou me controlando) já que álbum de casamento é para a vida inteira, pesquisar lembrancinhas e docinhos que resolvi fazer by myself, etc. Vai ser uma correria louca, mas vai ser uma adrenalina ótima!
Mais para frente conto mais detalhes.
Por agora o que tenho para desejar é um ano novo SEN-SA-CIO-NAL para todos!!!

domingo, 1 de novembro de 2009
Pudim de leite das Rainhas: o resultado
E não é que o pudim do post anterior deu certo?
Olha só que lindo:
Quando tirei do forno, ainda estava bem molinho, mas depois de passar a noite na geladeira, tomou consistência. Para garantir um resultado melhorzinho na hora de desenformar, deixei uns 5 minutos emcima de uma forma com água bem quente.
E a receita é grande mesmo. Tive que desenformar no prato do microondas, pois os não coube nos refratários de casa.
sábado, 31 de outubro de 2009
Pudim de leite das Rainhas
Amanhã é dia de almoço para comemorar o aniversário da minha avó paterna. 80 e tantos aninhos... Como vem uma quantidade mais ou menos de gente, resolvi fazer um pudim para a sobremesa. É difícil achar quem não goste e rende...
Encontrei uma receita altamente recomendada no Rainhas do Lar:
Pudim de leite Jane Zanelati
2 latas de leite condensado
2 latas medidas de leite
1 caixinha de creme de leite
3 ovos
1 colher (sopa) cheia de amido de milho
Entonces... o troço rende pra caramba e se o seu copo de liquidificador não for muito grande, tem que bater em duas vezes, mesmo. Eu consegui colocar tudo de uma vez só. Bati por uns 2 minutos, coloquei numa forma caramelada e levei assar em banho Maria e em forno médio por (pasme!) 2 horas. Ok que a Faby tinha colocado 45 minutos, apenas, mas o meu forno não ajudou. Como acabei de tirar o dito cujo do forno, não consegui saber se vai ficar bom de fato. Só experimentei um pedacinho ali do lado e o sabor está legal. Agora se vai endurecer até amanhã, só o tempo dirá!! Depois volto pra contar.
Observação: consegui estragar a “calda de caramelo perfeita” também das Rainhas. Virou um troço de ruim e acabei derretendo 2 xícaras de açúcar cristal em fogo médio e caramelei a forma. Mais simples, mas pelo menos deu certo.
Ando meio azarada ultimamente...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Brioches com geléia
A receita é de uma apostila de receitas da Maizena:
Brioches com geléia
1 1/2 xícara de amido de milho
1 1/2 xícara de farinha
5 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de margarina
2 gemas
1/2 xícara de leite
geléia de fruta
Misture todos os ingredientes, menos a geléia. Faça bolinhas. Coloque em uma assadeira enfarinhada. Aperte o centro com o auxílio do cabo de uma colher de pau. Encha cada cavidade com a geléia e leve ao forno máximo até ficar suavemente dourada.
Ficaram bonitinhas, mas não morri de amores, porque ficaram fofinhas e bolachinha para mim tem que ser crocante. Como são de amido de milho, esperava que ficassem tipo sequilhos, que esfarelam na boca. Mas não foi esse o resultado. Para o meu gosto, não deu certo.
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