domingo, 1 de novembro de 2009

Pudim de leite das Rainhas: o resultado

E não é que o pudim do post anterior deu certo?

Olha só que lindo:


Quando tirei do forno, ainda estava bem molinho, mas depois de passar a noite na geladeira, tomou consistência. Para garantir um resultado melhorzinho na hora de desenformar, deixei uns 5 minutos emcima de uma forma com água bem quente.


E a receita é grande mesmo. Tive que desenformar no prato do microondas, pois os não coube nos refratários de casa.



sábado, 31 de outubro de 2009

Pudim de leite das Rainhas

Amanhã é dia de almoço para comemorar o aniversário da minha avó paterna. 80 e tantos aninhos... Como vem uma quantidade mais ou menos de gente, resolvi fazer um pudim para a sobremesa. É difícil achar quem não goste e rende...

Encontrei uma receita altamente recomendada no Rainhas do Lar:

Pudim de leite Jane Zanelati

2 latas de leite condensado
2 latas medidas de leite
1 caixinha de creme de leite
3 ovos
1 colher (sopa) cheia de amido de milho

Entonces... o troço rende pra caramba e se o seu copo de liquidificador não for muito grande, tem que bater em duas vezes, mesmo. Eu consegui colocar tudo de uma vez só. Bati por uns 2 minutos, coloquei numa forma caramelada e levei assar em banho Maria e em forno médio por (pasme!) 2 horas. Ok que a Faby tinha colocado 45 minutos, apenas, mas o meu forno não ajudou. Como acabei de tirar o dito cujo do forno, não consegui saber se vai ficar bom de fato. Só experimentei um pedacinho ali do lado e o sabor está legal. Agora se vai endurecer até amanhã, só o tempo dirá!! Depois volto pra contar.


Observação: consegui estragar a “calda de caramelo perfeita” também das Rainhas. Virou um troço de ruim e acabei derretendo 2 xícaras de açúcar cristal em fogo médio e caramelei a forma. Mais simples, mas pelo menos deu certo.

Ando meio azarada ultimamente...

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Brioches com geléia

A receita é de uma apostila de receitas da Maizena:


Brioches com geléia

1 1/2 xícara de amido de milho
1 1/2 xícara de farinha
5 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara (chá) de margarina
2 gemas
1/2 xícara de leite
geléia de fruta

Misture todos os ingredientes, menos a geléia. Faça bolinhas. Coloque em uma assadeira enfarinhada. Aperte o centro com o auxílio do cabo de uma colher de pau. Encha cada cavidade com a geléia e leve ao forno máximo até ficar suavemente dourada.


Ficaram bonitinhas, mas não morri de amores, porque ficaram fofinhas e bolachinha para mim tem que ser crocante. Como são de amido de milho, esperava que ficassem tipo sequilhos, que esfarelam na boca. Mas não foi esse o resultado. Para o meu gosto, não deu certo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Pão de goiabada

O pedido veio do trabalho: "quero experimentar aquele pão de goiabada". Ok. Vamos de receita do manual da MFP:


Pão de goiaba

1 1/3 copo de água com 3 ovos (colocar primeiramente os ovos no recipiente e completar com
água)
2 colheres (chá) de sal
2 colheres (sopa) leite em pó (opcional)
2 colheres (sopa) de açúcar
4 colheres (sopa) manteiga
4 copos de farinha de trigo
2 1/2 colheres (chá) de fermento seco
1 copo de goiabada (reservar)

Fiz metade da receita e ao invés de usar água + leite em pó. Usei o ciclo normal – 600g. O detalhe é que a receita pede para esperar a massa bater 5 minutos quando apitar para adicionar os ingredientes e juntar a goiabada. Fiz isso e o doce simplesmente sumiu. Dissolveu no meio da massa. Tive que retirar a massa e rechear tipo rocambole. Acabou que ficou com o dobro de goiabada e como a massa foi alterada, o pão ficou meio durinho. Penso que se a receita for feita da forma correta e o recheio colocado apenas manualmente, o resultado será bem melhor.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Bolo de ameixa fresca

Mais uma receita do “O grande livro de receitas” que comprei no mercado:

Bolo de ameixa fresca

3 ovos
4 ameixas bem maduras e firmes
6 colheres (sopa) de açúcar
6 colheres (sopa) de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de conhaque
1 colher (chá) de fermento em pó
2 colheres (sopa) de açúcar cristal para polvilhar

Unte um refratário com margarina, acomode as ameixas cortadas com quatro (cortei em 8) e polvilhe com o açúcar cristal.


Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas e o açúcar e, sempre batendo, junte o conhaque, o fermento e a farinha de trigo. Incorpore as claras em neve. Despeje esta massa sobre as ameixas e leve ao forno em temperatura média, pré-aquecido, por cerca de 20 minutos ou até dourar.


Entonces... como a ameixa importada (aquela que tem a polpa bem roxa) estava mais de R$ 8 o quilo, optei pela nacional que custava a metade do preço e tem a polpa amarela. O pequeno detalhe é que mesmo maduras, essas ameixas estão MUITO azedas. Coloquei um pouco mais de açúcar sobre as frutas, mas não teve tipo. O bolo fica muito bom, mas recomendo tirar a pelinha da gema com a mão ou na peneira para diminuir o cheiro de ovo... Ah! E substituí parte da farinha por integral e parte do açúcar por mascavo.

domingo, 25 de outubro de 2009

Pernil assado

Estamos aumentando a variedade dos pratos aqui em casa. Me animei quando vi o pernil que a Tatiana fez no Panelaterapia. Gosto dessa carne, porque não tem tanta gordura (tirando aquela tirinha básica) e fica bem fibrosa. Fiz assim:

Peguei uma peça de uns 600g que foi a mais magra (por incrível que pareça) que consegui encontrar no mercado. Bati com dois copos de água no liquidificador: 2 dentes de alho pequenos, meia cebola, 1 colher (chá) de alecrim e outra de sálvia, três colheres (chá) de sal e algumas bolinhas de pimenta rosa. Deixei o pernil de molho nesse tempero durante toda a noite.


No dia seguinte, um pouco antes de assar, escorri o tempero e espremi 1 limão sobre a carne. Forno médio por aproximadamente 50 minutos com papel alumínio, escorri o caldo e mais um tanto em fogo alto sem o papel, para dourar (virando para ficar igual moreninho dos dois lados). Detalhe que antes de dourar, cortei a parte maior parte da gordura lateral, porque não tinha mais problema da carne ficar dura. Além do que, se deixo o courinho que ficou meio pururuca, o querido namo come tudinho e já estamos os dois com bastante reserva, se é que me entendem...

A parte que consegui estragar foi essa: ralei meia cebola e dourei em uma colher de margarina. Adicionei um pouco do caldo escorrido, uma colher (chá) de sal, mais uma de açúcar mascavo e duas colheres (chá) de farinha. Mexi e coloquei por cima do pernil depois de pronto.

Pequeno detalhe 1: a cebola ralada não fica bonita.
Pequeno detalhe 2: foi muita farinha e ficou parecendo uma papa muito, mas muito estranha.
Pequeno detalhe 3: por incrível que pareça, ainda assim ficou bom.


Servi com purê de batatas com mandioquinha (2 batatas e 2 mandioquinhas, porque acho que só de batata fica meio sonso) e salada de couve.

Recomendadíssimo!!

sábado, 24 de outubro de 2009

Torta de limão com massa de chocolate

Minha mãe faz uma torta de limão que é a mais simples que conheço e, também, uma das mais gostosas. Claro que a minha ainda não está no nível de perfeição dela, mas fiz algumas mudanças e o resultado foi bem bom:


Torta de limão com massa de chocolate

Massa (tirada do Café com Sobremesas):
1 ½ xícara de farinha
100g de margarina
¼ xícara de açúcar
2 gemas
3 colheres (sopa) de chocolate em pó

Coloquei tudo na cuba da MFP, selecionei o programa massa e esperei. Quando tinha formado uma bola bem homogênea, forrei o fundo e parte das laterais de uma forma (melhor fazer numa de fundo removível), furei com o garfo e levei assar em forno médio até ficar consistente. Como a massa fica bem escura, deu um pouco de trabalho para perceber quando estava pronta.

Recheio:
1 lata de leite condensado
2 ½ limões Taiti

Misturei tudo e coloquei sobre a massa já assada.

Cobertura:
3 claras
6 colheres (sopa) de açúcar cristal batido no liquidificador para virar refinado

Bati as claras em neve e adicionei o açúcar. Cortei a pontinha de um saco plástico (não tenho bico de confeiteito) – mas tem que ser um furo pequeno – e fiz pitanguinhas sobre o recheio. Depois foi só salpicar com as raspas de limão e levar novamente ao forno super quente para ficar levemente dourada.

Gostei da massa de chocolate. Dá um tchan à torta, já que o recheio é mais doce e o chocolate (não usei achocolatado), deixa o sabor um pouco mais sofisticado... sei lá. Só sei que ficou bom.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Pão de canela e passas

Comprei um livro/revista de receitas no mercado bem interessante. Fazia tempo que não adquiria uma receita assim. Depois que descobri o foodsearch, acabei aposentando as consultas “físicas”. Mas vale a pena, porque sempre tem uma coisa nova. Se bem que dessa vez é uma receita meio tradicional. O que importa é que não deixou nada a desejar:


Pão de canela e passas

2 ovos inteiros
2 xícaras de leite
3 colheres (sopa) de margarina
1 colher (sopa) de óleo
3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
1 colher (sobremesa) de canela em pó
400g de farinha de trigo
100g de farinha de centeio (usei trigo integral)
1 colher (sopa) de fermento biológico
200g de uvas passas

Na MFP: coloquei todos os ingredientes na cuba, menos as uvas, selecionei o ciclo normal 600g. Quando apitou, acrescentei as uvas. Depois que terminou de bater, procedi como sempre.

Tradicional (descrito no livro): Em uma cumbuca, misture todos os ingredientes e bata bastante, com uma colher de pai. Cubra com um pano seco e limpo e deixe crescer por 30 minutos. Em seguida, sove um pouco a massa e coloque-a em forma de pão. Cubra-a e deixe crescer novamente até dobrar o volume. Passado este tempo, leve para assar em forno pré-aquecido e em temperatura média de 20 a 30 minutos ou até que, ao enfiar um palito, ele saia seco. Deixe esfriar, desenforme e polvilhe açúcar de confeiteiro.

Fiz só meia receita (pra variar).

O resultado é um pão levemente denso e levemente doce. Achei que o sabor de canela poderia ficar muito forte, mas me enganei. É perfeito! Dá para comer tanto com geléias quanto com acompanhamentos salgados, como o patê de ricota do meu café da manhã.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Como não fazer um Pão Outback

Está em tudo que é blog. Uma galera já fez esse pão e comenta que é uma delícia e não sei o que mais. Nunca experimentei o original, mas fiquei bem curiosa e resolvi testar. Acabei escolhendo a do Pão de Máquina. Fiz metade da receita e coloquei as observações entre parênteses.


Pão Outback

1 1/4 xícara de água morna2 colheres manteiga (usei óleo de canola)
1/2 xícara mel
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de farinha de centeio (não tinha, então mesclei parte integral e parte branca)
2 colheres de cacau
3 colheres açúcar mascavo
1 colher de chá de sal1 colher de chá de fermento granulado
1 colher de sopa de glúten (não tinha e usei amido de milho)

Coloquei os ingredientes na cuba da MFP e selecionei o ciclo integral para pães de 600g. Quando apitou para adicionar os ingredientes, tirei a massa, coloquei em uma forma untada e enfarinhada e coloquei crescer no forno aquecido, como sempre faço para assar pães em forno convencional.

O resultado foi um pão que pareceu um tijolinho de tão duro. Ainda assim, cortei uma fatia para o café da manhã. Deu para perceber que é uma massa gostosa, mas que não deve ser feita pela metade. Sei lá se o problema foi só esse, mas consegui estragar uma receita bem famosa =D

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Bolinhos de iogurte e amora

Passando pela frutaria, me deparei com lindíssimas amoras daquelas graúdas. Nem todas estavam 100% maduras, então eram um pouco azedas, mas ainda assim muito gostosas. Levei um potinho para casa e pesquisando na blogosfera, acabei no Three Fat Ladies.


Bolinhos de iogurte e amora

200 g de farinha
100 g de açúcar cristal
2 colheres de chá de fermento
125 g de iogurte natural (usei buttermilk – leite + 1 colher de vinagre)
2 colheres de sopa de leite
Raspa de 1 laranja
50 g de margarina derretida
1 ovo
125 g de amoras

A preparação é a mais simples possível: misturei os ingredientes secos, depois a raspa de laranja, a margarina, o ovo batido, a buttermilk e o leite. Por fim, as amoras. Coloquei tudo em forminhas de papel. Rendeu 10 bolinhos lindos e bem gostosos. No dia seguinte estavam melhores ainda.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Sessão comida de banguela: sopa de vegetais, costela e pimenta rosa

Quando tinha uns 11 anos, minha vizinha sofreu um acidente muito feio, ficou um tempão em coma e depois fiquei sabendo que para se alimentar, a mãe dela tinha que bater tudo no liquidificador para servir com canudinho. Lembro certinho do dia em que me falaram isso, porque fiquei muito assustada com a idéia de “bater comida no liquidificador”. Na época nem imaginava que um dia iria usar um aparelho odontológico (pela 2ª vez) e precisar fazer o mesmo, mas com o toquezinho de “glamour” porque batido não quer dizer mal feito, não é verdade?

Como esse tempo anda muito estranho e ontem estava meio friozinho, decidi fazer uma sopa quando cheguei do trabalho.


Sopa de vegetais, costela e pimenta rosa

Dourei dois dentes de alho pequenos e meia cebola pequena em um fio de óleo. Acrescentei mais ou menos ½ xícara de carne de costela assada (resto do final de semana) e refoguei. Em seguida coloquei ¾ de um tomate em cubos e mais um inhame, duas batatas inglesas, as folhas de um alho poro (deixei as do meio para o final, por serem mais molinhas) e uma cenoura média. Adicionei um pouco de água e deixei amolecer. Bati tudo no liquidificador por pouco tempo, só para quebrar um pouco as fibras da carne. Voltei pro fogo, coloquei mais um pouco de água (queria meio cremosa e não muito aguada), umas 10 bolinhas de pimenta rosa, sal a gosto e o restante do alho poro bem picadinhas. Deixei cozinhar mais um pouco e servi com queijo branco ralado.


Essa foi a primeira vez que utilizei os conselhos da minha consultora para assuntos ardidos, a Fernanda do Pimenta Calabresa. Pedi que me indicasse uma pimenta para usar no lugar da do reino, que não me faz muito bem. O conselho foi optar pela pimenta rosa que é super simpática e pouco ardida. Tanto que coloquei mais algumas bolinhas sobre o prato, também. Adorei! É um ardido diferente que também é meio refrescante. Difícil de explicar... mas agora entendi porque também a usam em combinações doces. Finalmente tenho uma pimenta para usar na cozinha! Obrigada, Fer!!! Agora só falta providenciar um moedor decente, mas já já dou um jeito nisso.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Quibe assado

O tal do quibe é um troço prático. É praticamente uma refeição completa e é difícil achar um que não goste, por isso resolvi fazer de almoço no final de semana:


Quibe assado

½ quilo de carne moída de primeira
1 xícara de trigo para quibe deixado de molho em água desde a noite seguinte e espremido
1 ¼ cebola média
2 dentes de alho pequenos
1 colher (sobremesa) de leite em pó
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto

Como já estava com o forno assado, resolvi embrulhar o alho e a cebola em papel alumínio e colocar pra assar. Acho que a cebola ficou por uma hora em forno médio e o alho uns 20 minutos. Depois, os bati no liquidificador (ai que falta que faz um processador...) para ficarem bem moídos e misturei com o restante dos ingredientes. Nem precisei colocar a mão. Só na colher já foi suficiente. Untei um refratário com óleo, coloquei metade da massa, coloquei uma camada de queijo caipira ralado e cobri com mais uma camada de quibe. Joguei um fio de óleo por cima e foi pro forno médio por uns 30 a 40 minutos.

O coitado ficou muito feio na foto. Não era nem um pouco verde, nem cinza, nem azul. Juro!! Ficou uma super delícia! A cebola e o alho assados ficam um pouco mais suaves. O leite em pó serve para deixar mais molhadinho. Uma vez comi um quibe assado que estava tão seco que duvidei que tivesse alguma coisa fora trigo...

(queria muito lembrar de qual blog tirei essa dica do leite, mas realmente não consigo...)

Para servir, fomos de coalhada seca e salada feita com cenoura e cebola assadas e temperadas com azeite, vinagre e sal.

Acho que não precisa de muito mais coisa para um almoço de sábado...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Pão/Broa de Fubá - World Bread Day 2009


Hoje é o dia mundial do pão! Se juntar com o dia mundial do leite (existe?), vai ser perfeito, porque se tiver esses dois, passo de boa.

Bem, receitas de pão tem bastante neste blog, mas tem uma que fiz esses dias e ainda não havia postado. Veio do grupo de discussão sobre MFP:



Pão/Broa de Fubá

300ml de leite morno
50ml de óleo
2 ovos
5 colheres de sopa de açúcar
1/2 colher de sopa de sal
1 colher de sopa de vinagre (melhorador)
3 copos de farinha de trigo
1 copo de fubá
1 colher de sopa cheia de erva-doce (não tinha e usei 2 sementinhas de aniz estrelado)
1 colher de sopa de fermento seco

Coloquei tudo na cuba da máquina de fazer pão e selecionei o ciclo normal -900g. Quando apitou para adicionar ingredientes, coloquei numa forma untada e enfarinhada, deixei crescer por 30 minutos no forno pré-aquecido e assei por mais 40.

Dá um baita de um pão mais consistente, tipo broa. Lembra uma que a mãe comprava na padaria e eu comia com maionese, hum...
E viva o pão!!!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Torta de maçã com creme

Está tendo uma Festa das Nações aqui em Maringá. No final de semana, compramos uma fatia de torta de maçã na barraca alemã e estava uma delícia, mas acabou muito mais rápido que a minha vontade de comer, por isso busquei uma receita que fosse o mais parecida possível. Acabei encontrando lá no Cantinho da Nani. A receita abaixo está como fiz, ou seja, tem modificaçõezinhas:


Torta de maçã com creme

Massa
100g de margarina em temperatura ambiente
½ xícara (chá) de açúcar mascavo
1 ovo1
½ xícara (chá) de farinha de trigo (sendo 2 colheres de farinha integral)

Creme
1 xícara (chá) de leite
1 ½ colher (sopa) de amido de milho
1 gema
1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo

Cobertura
4 maçãs descascadas e cortadas em fatias bem finas
Suco de 1 limão
½ xícara (chá) de açúcar
1 colher (sopa) de margarina
1 ovo batido com 1 colher (sopa) de açúcar
2 colheres de uvas passas
Canela em pó a gosto
Massa
Coloquei todos os ingredientes na cuba da máquina de fazer pão e selecionei o ciclo “massa”. Quando virou uma bola homogênea, forrei uma assadeira de 20cm x 30cm.

Creme
Levei os ingredientes ao fogo, mexendo até que engrossou.

Cobertura
Coloquei todos os ingredientes numa panela e deixei em fogo médio até a maçã ficar macia e reduzir um pouco do caldo.

Montagem
Só na hora de fazer esse post que li que a massa tem que ser previamente assada. Mas não tem problema, também funcionou como fiz: coloquei o creme por cima da massa e cobri com as maçãs. Levei ao forno médio pré-aquecido até as bordas ficarem morenas.

Adorei o resultado que ficou ainda melhor do que a torta da feira. O limão junto com as maçãs deixa um toque muito sutilmente ácido e as passas combinaram perfeitamente. A única coisa que não ficou muito de acordo foi o açúcar mascavo no creme, que acabou ficando escuro. Mas isso é fácil de resolver.

domingo, 11 de outubro de 2009

Almoço de domingo = lasanha

Em casa, domingo sempre foi sinônimo de lasanha. Um porque é um prato relativamente fácil de ser preparado, outro porque meu irmão é louco por lasanha, tipo Garfield.

Mesmo com toda essa preferência, esta foi a primeira lasanha que fiz sozinha.

Lasanha bolonhesa

1 pacote de massa para lasanha
500g de carne moída de primeira
2 dentes de alho amassados
3/4 de uma cebola média ralada
2 tomates (eram longa vida e não ajudaram a dar cor)
1/2 xícara de proteína de soja texturizada ralada e escura
3 colheres de pimentão amarelo picadinho
2 colheres de salsinha picada
sal a gosto
1 colher (chá) de páprica
500g de mussarela ralada

Primeiro o molho: dourei o alho, a cebola e fritei a carne mexendo sempre para não empelotar. Quando estava quase sequinha, juntei a proteína de soja hidratada. Adicionei os tomates bem picadinhos, o sal, a páprica e o pimentão. Deixei apurar para o tomate desmanchar um pouquinho e, quando desliguei o fogo, coloquei a salsinha.

Para a montagem contei com a incrível participação do namorado que falou que queria créditos [ok, você foi fundamental!!!! =*].

Em uma panela com água fervente, um tantinho de sal e um fio de óleo, cozinhei as massas por 9 minutos. Daí foi só intercalar: molho, massa, molho, queijo, massa, molho, queijo, massa... até a capacidade do refratário que era pequeneninho. Como o molho ficou meio sequinho, entre uma camada e outra, demos uma regadinha (pequena) com água filtrada, porque a massa sempre seca um pouco mais no forno. Bem, tudo montado, foi hora de colocar no forno bem quente para o gratinar.

Nossa primeira lasanha ficou uma delícia! E ainda rendeu uma 20cm x 20cm, mais uma com 15cm de diâmetro e dois potes pequenos que congelei. Como é um prato prático e ia sobrar ingrediente, preferi montar outras e deixar resfriadas.

A opção pela proteína de soja foi para deixar um pouco mais saudável sem criar problema com os enjoados de plantão e deu certo, porque a quantidade era pequena, ficou impossível descobrir.

Para quem gosta, há a opção de colocar uma camada de presunto. Eu não como esse tipo de embutido, então deixei de fora.


Para acompanhar, suco feito com um punhado de acerolas bem lindas e maduras que encontrei no mercado, 2 laranjas e meia maçã. Tudo colocado na centrífuga (acho essa a melhor forma de aproveitar a acerola) e adicionado a um copo de água, 7 gotinhas de adoçante e gelo.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Pseudo risoto de funghi e alho poró

Saí do serviço com vontade de comer alguma coisa gostosa, muito temperada e que não me desse trabalho. Lógico que passei no mercado para comprar uma refeição praticamente instantânea. Na verdade nem foi tão instantânea assim, mas ficou interessante...


Pseudo risoto de funghi e alho poró

Peguei aquele pacote de arroz com funghi do Tio João que vem com dois pacotinhos de 125g cada. Cozinhei um pacotinho em 800ml (ao invés de 1litro pedido na embalagem). À parte, refoguei a parte branca de um alho poró em uma colher de margarina. Adicionei ao arroz e mais uma colher (sobremesa) de requeijão sabor queijo prato da Polenghi.

Está pronto um prato para socorrer um estômago aflito. E ficou gostoso, viu?! Acabou rendendo meu almoço de hoje, também.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Risoto de alcachofra e lingüiça

Tudo que é lugar mais chique coloca alcachofra no cardápio. No mercado municipal de SP, tinha umas lindas a preço de ouro. Já tinha visto no mercado a conserva, mas o preço não agradou. Até que, procurando alguma coisa diferente para o último final de semana, encontrei esses fundos de alcachofra num precinho mais camarada. Virou risoto!


Risoto de alcachofra e lingüiça

1 xícara de arroz agulhinha
½ cebola ralada
1 colher de margarina
Sal a gosto
Meio vidro de fundos de alcachofra em conserva (uns 200g)
10cm de lingüiça pré-desengordurada no microondas
Queijo parmesão ralado
Salsinha picada

Dourei a cebola na margarina, acrescentei o arroz, deixei fritar um pouco e adicionei água até o arroz ficar quase cozido. Quando estava quase lá, acrescentei a alcachofra picada e a lingüiça. O arroz terminou de cozinhar, acrescei o queijo, uma colher pequena de margarina e a salsinha.

Vamos às considerações:
1 – talvez por ser conserva, achei alcachofra uma coisinha bem sem graça e quase me arrependi dos R$ 6 investidos
2 – já tinha ouvido que o sabor era suave, mas nem tanto, neh?! Por isso usei a lingüiça pra dar um tchan
3 – na verdade a lingüiça foi empregada também por outro motivo: quando o arroz estava fritando, descobri que não tinha nem caldo de legumes, nem caldo de galinha em casa, então tive que recorrer a algo um pouco mais forte e prático
4 – não mudou a minha vida, mas valeu a pena para experimentar. Quem sabe se usar a flor fresca...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Frango assado sentado na cerveja

Inusitado é pouco. Estranho também é pouco. O que importa é que deu certo.

Este é meu primeiro frango assado. Afinal de contas, ainda estou processando essa história de ter que colocar a mão em carne crua... A receita é da leitora Haigli Fensterseifer, do Rainhas do Lar. Acabei acatando a sugestão por ser uma receita beeeeeeem diferente do que já tinha experimentado.

Frango assado sentado na cerveja


Comprei um frango inteiro no mercado. Só não vou saber dizer de quantos quilos. Mas deu 10 reais e pouco. Ele vem meio congelado, mas não tem problema. Tirei os miúdos que estavam por dentro, dei uma olhadinha e vi que ainda ficaram pedacinhos do pulmão pra trás. Foi só puxar que saíram. Depois tirei uns 3 pedacinhos de pontinha de penas que sobraram.

Furei com a faca e deixei dormir no tempero desde a noite anterior: 1 copo e meio de água, 3 colheres (sobremesa) de sal, 1 colher (sobremesa) de sálvia, 1 colher (sobremesa) de alecrim, salpicadas de molho de pimenta, 1 cebola média e meia, 2 dentes de alho. Bati tudo no liquidificador, cobri boa parte do frango e fui dormir.

No dia seguinte, duas horas antes de servir, abri uma latinha de cerveja de 170ml (antes, lavei bem a latinha e tirei o anel), coloquei no centro da forma e sentei o frango nela. Nem precisou de muito esforço. Foi fácil equilibrar. Depois foi só colocar meia laranja no buraco do pescoço e levar no forno médio. Se durante o tempo que estiver assando, dourar demais, é bom encapar com papel alumínio.


Tchanam!!!

Ficou muito bom! A cerveja evapora e acaba ajudando a temperar o penoso, que também não fica com gosto forte de cerveja. A carne ficou suuuuuuuuuuuuuuper macia.

Os dois pezinhos foram assados a pedido da minha mãe, que adora roe-los. Sinceramente não vejo graça, mas gosto é gosto, neh?!



quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Doce de banana para matar a vontade

Sabe aquela época do mês que dá uma vontade danada de comer doce? Imagino que as "vontades" sejam diferentes de mulher para mulher, mas no meu caso é doce, chocolate, nossa... um arraso!

Bem, juntou a formiga com a banana madura, porque tinha umas três na fruteira gritando para serem usadas.



Piquei duas bananas nanicas e uma prata em fatias finas numa frigideira, adicionei 6 colheres rasas de açúcar cristal e deixei cozinhar primeiro em fogo alto, mas a maior parte em fogo baixo. Não apurei, porque a idéia não era um doce escuro e mais consistente. Ficou perfeito para comer de colher, enquanto visitava algumas visinhas do Curiosidade Culinária.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Para fazer pão

Minha vida se divide entre pré-máquina de fazer pão e pós-máquina de fazer pão [vamos agradecer ao meu digníssimo namo que me deu o eletro de aniversário]. Antes meus pães eram tijolos, agora uns já chegaram ao status de nuvem, vejam só!

Quando comecei a assar em forno convencional, apareceram algumas dúvidas sanadas pela minha consultora master, mamãe e alguns passeio pela blogosfera. São dicas que valem muito a pena, então divido com quem ainda não sabe:

Para começar, a massa. Minha receita coringa é a de Pão de Iogurte que veio no manual da MFP com algumas modificações. Aí vai:

Pão de Iogurte
(Ciclo Normal ou Sanduíche)

1 copo de iogurte natural (uso sempre buttermilk - 1 copo de leite desnatado + 2 colheres de vinagre no microondas por 30 segundos - o negócio é azedar, mesmo)
1 colher (sopa) de margarina ou óleo
1 1/2 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de açúcar
2 copos de farinha de trigo especial (gosto de usar outros cereais, então sempre substituo o equivalente a 1/3 do copo de linhaça, semente de girassol, ou outra. Mas é importante não colocar muitos cereais, porque essa massa é bem delicada)
2 colheres (chá) de fermento biológico seco instantâneo

É só colocar tudo na máquina (gosto de bater todos os ingredientes menos a farinha no liquidificador antes de pôr na cuba) e, depois que apitar para adicionar os ingredientes, retira-se a massa para ser acomodada numa forma untada e enfarinhada.


Como fiz receita dupla (1200g), usei duas forminhas de uns 20cm x 10cm.


Uns cinco minutos antes de tirar a massa da MFP, ligue o forno no máximo por 5 a 7 minutos. Daí desligue e deixe o pão lá dentro por cerca de 30 a 40 minutos. Essa dica aprendi no Chucrute com Salsicha, num momento de desespero para fazer crescer meus pãos no inverno e é ótima em qualquer estação.


Depois de crescidos, retire as formas do interior, ligue novamente no máximo. Quando já tiver aquecido (uns 4 minutos), coloque os pães lá dentro com a chama ainda no máximo e marque 10 minutos (como eram pães pequenos, deixei só 8, para não ficarem muito morenos). Depois desse tempo, baixe a chama no mínimo e marque 30 minutos.


Pronto! Os pães estão lindos e assados. É importante esse tempo de fogo máximo e mínimo, porque o pão vai crescer mais um tanto e assar por inteiro.

Depois de tirados do forno, é só colocar emcima de uma gradinha (também uso aquelas madeirinhas-suporte para panelas) e enrolar em um guardanapo. Ainda coloco um saco plástico aberto no meio do guardanapo, para abafar de verdade. Dessa forma, a casca fica mais macia.

Agora é só buscar o requeijão, a maionese, a margarina, a geléia e se deliciar!!!

Massa caseira da vó

Minha avó faz um macarrão caseiro danado de bom e ela sabe que gosto. Chega a fazer chantagem: "Faz tempo que a Bruna não vem me visitar, acho que preciso fazer macarrão". Acredita?!?!? Quem vê pensa que só a visito por isso. Mas vó é assim mesmo e a gente nem acha ruim, porque ama de qualquer jeito.

Da última vez que o meu irmão foi para a casa dos meus pais, apareceu com um pacote de papel vermelho: "Ó, a vó mandou pra você.". Oba!



A preparação foi simples: molho feito com um tiquinho de alho dourado, carne fritinha (achei um corte chamado "oriental" que é bem miúdo e ficou muito bom para o molho), molho de tomate caseiro que estava esperando no congelador pela hora de ser usado, muita salsinha picada e queijo parmesão ralado de saquinho por pura preguiça.

Aiai... adoro minha vó!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Bolinhos de maçã

Hoje fizemos um café da manhã para uma aniversariante, na empresa. Fiquei de levar o "bolo de aniversário", um de maçã que a aniversariante já havia encomendado da minha mãe, certa vez. Como o pessoal fica de pé, todos se servem ali ao redor da mesa, pensei em fazer bolinhos para facilitar e foi a melhor alternativa de todas!!!


Bolo de maçã

3 maçãs
3 ovos
1 1/2 xícara de açúcar
1/2 xícara de óleo
1 colher (chá) de canela em pó
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 xícara de damascos picados
1/2 xícara de goiabada em cubos
1/2 xícara de uvas passas

Descasquei as maçãs e piquei em cubos pequenos (já que optei pelos bolinhos). As cascas foram para o liquidificador com os ovos, o açúcar, o óleo e a canela. Depois de bem batidos, foi só misturar (sem batedeira) com a maçã e a farinha. Depois adicionei o fermento, mexi mais um pouco e adicionei o damasco, a goiabada e as passas que foram envolvidos em 1 colher de farinha enquanto esperavam para serem usados. Quando estava tudo misturadinho, coloquei uma colher e meia de massa em cada forminha de empada e levei assar em forno médio. Aproximadamente 23 minutos para ficarem bons. Rendeu 30 bolinhos que fizeram o maior sucesso.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

É de tomate! Bolo de tomate

Pois é. Ninguém acertou. Os palpites foram os mais variados: cenoura, abóbora, batata doce, coca cola, urucum...

A verdade é que estava dando uma olhada nos arquivos de receita e encontrei uma apostila virtual do Curso de Aproveitamento Integral dos Alimentos do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) do Rio Grande do Sul. Adoro esse tipo de curso. É como no Cozinha Brasil, do Sesi (Serviço Social da Indústria), onde a gente aprende a fazer bolo de abobrinha, pastelzinho de talos, salpicão de melancia... várias coisas que podem ser super gostosas, mas precisam vencer o preconceito para serem provadas.

Com esse bolo não foi diferente. Os tomates estavam na geladeira esperando para virarem molho, como sempre, mas mereceram ir para a panela de forma diferente e foi assim:


Bolo de tomate

2 ½ xícaras de tomate maduro (usei rasteiro e longa vida)
2 ovos
1 xícara de açúcar (sendo ½ integral)
1 xícara de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó
6 damascos picados em cubinhos

Cortei os tomates grosseiramente para conseguir medir. Deu aproximadamente 3 ¾. Levei ao fogo sem adicionar água e deixei ferver em fogo baixo por uns 15 minutos. Esperei esfriar e bati no liquidificador. Coei para separar o suco das sementinhas e cascas. Daí para frente foi normal: bati as claras em neve, depois, separadamente, as gemas e o açúcar até formar um creminho e fui incorporando o restante dos ingredientes, intercalando o suco e a farinha para não virar sujeira. No final, foi só incorporar o fermento, os damascos e as claras, colocar numa forma untada e enfarinhada e assar por 35 minutos em forno médio pré-aquecido. Detalhe é que essa é meia receita e rende um bolinho simpático que dá certinho numa forma de uns 25cm de diâmetro.

Vamos ao veredicto: um bolo perfeito! Uma cor linda, um aroma intrigante (que em nada lembra uma macarronada ao sugo) e um sabor muito interessante. Ok, interessante não é o melhor dos adjetivos, mas é que ele fica com um picante/azedinho no fundo que não consegui descobrir se era do damasco ou do bolo, mas acho que é um pouco do bolo, também. ADOREI. De verdade! Todo mundo que provou gostou, também. A reação foi a esperada: comem com vontade e depois que sabem do que é feito, torcem o nariz. Tenho pena de gente enjoada, mas me esforço para convencer esse povo...

O damasco coloquei por conta. Achei que ficaria muito bom com passas brancas, mas como só tinha escuras em casa, fui de damasco, mesmo.


Para quem gosta de comer bolo com "alguma coisa", a dica é servir este com mel, que combina perfeitamente!


Tem tomates madurinhos na fruteira? Então corre fazer bolo! Vai por mim...